<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279</id><updated>2011-08-01T10:03:29.986-07:00</updated><title type='text'>PD - BRASIL</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-5726463849396002666</id><published>2009-10-08T04:50:00.001-07:00</published><updated>2009-10-08T04:50:14.438-07:00</updated><title type='text'>Congresso do PD America Meridional</title><content type='html'>Dia 03 de outubro às 17h30 na Faculdade de Direito de Buenos Aires se reuniu a convenção da repartição América Meridional do Partido Democratico. Precedentemente haviam ocorrido os Congressos de Círculo em todos os países da repartição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estavam presentes 42 delegados dos círculos, os 6 delegados da comissão de garantia, e o deputado Fabio Porta, representando o Comitê Nacional. Andrea Lanzi é eleito, unanimemente, presidente do Congresso e lê o relatório dos congressos de círculo a todos os presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porta, abre os debates pedindo um minuto de silêncio pelos mortos de Messina e fala sobre o partido no território, depois é seguido pela manifestação dos demais delegados presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É afirmada a necessidade de um grande esforço para as eleições primárias de 25 de outubro que elegerão os 12 membros da circunscrição para a assembléia nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se apresentam como candidatos a delegados para a convenção de Roma de 11 de outubro, Francesco Rotundo, Renata Bueno, Hernan Paez e Pierina Scarpitta, para a lista Bersani, e Aldo Colla, para a lista Franceschini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista Bersani recebe 38 votos e a lista Franceschini 4 votos, tendo sido eleitos portanto os 4 candidatos da lista Bersani.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-5726463849396002666?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/5726463849396002666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=5726463849396002666' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/5726463849396002666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/5726463849396002666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2009/10/congresso-do-pd-america-meridional.html' title='Congresso do PD America Meridional'/><author><name>Claudia Antonini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08458535433605895242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_-X0CJ24TLG4/Sp3BmDCnDYI/AAAAAAAAALo/Ns8NIsPbPEY/S220/HC+foto+sepia+160.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-8486992669271530543</id><published>2009-09-22T10:45:00.001-07:00</published><updated>2009-09-22T10:45:47.649-07:00</updated><title type='text'>Onde andam os candidatos “brasileiros” da lista "Associações Italianas na América do Sul"?</title><content type='html'>Hoje um é réu na fraude que  lesou em milhões o parlamento do Rio Grande do Sul, e o outro  que depois das eleições eclipsou-se do cenário local onde andará?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veja a matéria traduzida diretamente do jornal “Repubblica”: &lt;br /&gt;http://roma.repubblica.it/dettaglio/andrini-mi-massacro-alemanno-ci-ripensi/1709573&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Nomeado pelo prefeito de Roma, Alemanno, como administrador da Ama Servizi Ambientali.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indignação das vítimas do raid neofascista. &lt;br /&gt;Pedido de explicações do PD. &lt;br /&gt;E a manifestação do prefeito: "Já se reabilitou"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Esta nomeação é uma  gozação para mim e para todos: reenviem à casa os "ex" nazistas como Andrini». Vinte anos atrás, em 1989, Giannunzio Trovato estava  «extendido na entrada do cinema Capranica com vários jovens que seguiam batendo nele», como contou uma testemunha no interrogatório do processo que condenou Stefano Andrini a 4 anos e 8 meses por tentiva de homicídio. Não é suficiente, a indignação pela nomeação de Andrini como administrador da Ama Servizi Ambientali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele sentimento expressado ontem por Andrea Sesti, a outra vítima que também  acabou no hospital com o crânio fraturado pela “violência e a repetição dos golpes” que provocaram a perda de massa cerebral, não é suficiente: “A indignação – diz – é um sentimento bom para uma nota. E o choro da vítima me horroriza tanto quanto o poder de quem a constringe a permanecer como tal. Estou furioso, isto sim. A raiva dura uma vida, se transforma e se adapta às situações, mas não deixa esquecer. Andrini tem um curriculum de arrepiar».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trovato, que hoje è operador de um centro de deficientes, pede uma reação forte: «É uma ocasião para levantar um coro de indignados “vade retro” de uma esquerda desorientada. Estas pessoas, este governo... nos o quisemos com as nossas escolhas e com os nossos medos. Recomecemos nós mesmos, só assim mandaremos para casa os "ex" nazistas como Andrini e os ex fascistas como o prefeito Alemanno».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E segue crescendo a onda de protestos pela nomeação de prestígio do ex naziskin, preso também por uma agressão em 1994 e encontrado com uma pistola e um soco inglês em casa. Ele è bem conhecido pela divisão de Investigações Gerais e Operações Especiais da Polícia Italiana: num informativo de 2007 ela cita-o como autor do site dos Irredutíveis definindo-o «o conhecido Stefano Andrini, connhecido pela sua presença e militância nos grupos de extremissima direita». &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Umberto Marroni, do PD, pede a intervenção de Alemanno: «Se mobilize para a revogação de uma nomeação inoportuna e inadeguada». Mas de Lourdes o prefeito responde: «Não me cabe, seria ilegítimo. Existe a autonomia do CDA da Ama, e não esiste motivos concretos para fazê-lo. Andrini reabilitou-se amplamente. Pedi explicações, mas eles deram e eu estou ciente. Panzironi me disse que nestes meses demonstrou uma grande eficiência gerencial».&lt;br /&gt;(La Repubblica, 03 de setembro de 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veja também:&lt;br /&gt;http://www.emigrazione-notizie.org/news.asp?id=4591 de 15 de março de 2008&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O senador italo argentino candidata o neofascista Stefano Andrini, condenado em 1989&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volta aos velhos amores, Luigi Pallaro, «o homem vertical», o velho amigo de Mirko Tremaglia. Sem freios, depois de se libertar da ala mais progressista liderada pelo seu ex companheiro de chapa em 2006 Ricardo Merlo que hoje corre sozinho numa competição com o centro esquerda, o potente líder do empresariado italo-argentino apresenta na sua chapa uma dupla arrepiante: Stefano Andrini e Adriano Bonaspetti, almas negras de Porto Alegre, Brasil. Nos sites destes indicam votar no primeiro para a Câmara e no segundo para o Senado.&lt;br /&gt;Adriano Bonaspetti, 73 anni, na América do Sul è também chamado de «Malaspetti». Presidente do Comites (Comite dos Italianos Residentes no Exterior) local, está sendo investigado no estado do Rio Grande do Sul por fraude, tendo sido acusado de obter com a juda de um cumplice selos adquiriso pelo parlamento brasileiro par uso exclusivamente interno, e tê-los usado durante a campanha eleitoral de 2006.&lt;br /&gt;Mas é Stefano Andrini a figura mais negra com um curriculum que se caracteriza pela permanência nos últimos 20 anos com a extrema direita italiana. Finge-se de defensor dos italianos no exterior tendo a dupla cidadania – casou-se com uma brasileira – mesmo que passe a maior parte do tempo em Roma. Pallaro é um meio para chegar ao  parlamento. &lt;br /&gt;Andrini inicia cedo sua atividade política, acompanhado do gêmeo Germano. Na metade dos anos 80, jovens, fazem saltar um coletivo - e nome di uma transmissão da Rádio Onda Vermelha – próxima aos estudantes da Autonomia Operária. São afastados, como recorda um “companheiro”, “pela violência excessiva e pela ambiguidade». Desde 1988 os gêmeos começam a frequentar o recèm nascido movimento skinhead de extrema direita que redescobre os ideais nazistas. A polícia no mesmo ano assinala uma passagem deles na cidadezinha alemã de Wunsiedel, durante uma comemoração para  Rudolf Hess, delfim do Hitler. Em Roma frequentam os naziskin da Piazza di Spagna e as agressões a migrantes e «zecche» se tornam rotina. Aos 10 de junho de 1989 exageram: junto a outros agridem fora do cinema Capranica com barras de ferro dois jovens, Andrea Sesti (que entrará em coma) e Giannunzio Trovato. &lt;br /&gt;Identificados, os Andrini são imediatamente denunciados, mas durante o processo judiciário, conseguem deixar a aitália e ir para a Suécia. São deportados depois de 3 meses e condenados à 4 anos e 8 meses por tentativa de homicídio e lesões graves. Entre a condicional e a pena, ficam pouco tempo na prisão. Depois de sair o comportamento deles não muda. Se aproximam primeiro da facção skin do Movimento político, grupo fundado por Maurizio Boccacci, e depois militam na Alternativa Nazional Popular de Stefano Delle Chiaie, a direita elitista. Dizem que neste últimos Stefano Andrini também tenha “visitado” a Croácia para apoiar os  «nacionalistas» Ustasha. Em 1994 torna-se chefe de redação do jornal de Della Chiaie «Spina nel Fianco», não parando nunca de promover os confrontos. No mesmo ano, de fato, com Germano ataca a pedradas uma iniziativa universitária dos grupos de esquerda. Os gêmeos são denunciados por violência e durante a revista da casa destes a polícia encontra uma pistola calibre 22 e material louvando o fascismo. Daquele momento em diante desaparecem da cena política. Por outro lado se atenua a atividade de toda a extrema direita.&lt;br /&gt;Stefano Andrini reaparece em 2000 junto a Tremaglia, trabalha com ele até 2006. É uma "outra pessoa", mas só até certo ponto. O site dos “ultras de direita” da Lazio “Irriducibili” esta no nome de Stefano e este foi membro da polisportiva romana Luditur, que è conhecida como time fascista romano. Enfim, se tivesse sido eleito seria um neofascista a mais no Parlamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-8486992669271530543?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/8486992669271530543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=8486992669271530543' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/8486992669271530543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/8486992669271530543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2009/09/onde-andam-os-candidatos-brasileiros-da.html' title='Onde andam os candidatos “brasileiros” da lista &quot;Associações Italianas na América do Sul&quot;?'/><author><name>Claudia Antonini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08458535433605895242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_-X0CJ24TLG4/Sp3BmDCnDYI/AAAAAAAAALo/Ns8NIsPbPEY/S220/HC+foto+sepia+160.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-4469698898520496426</id><published>2009-09-09T07:45:00.001-07:00</published><updated>2009-09-09T07:45:44.191-07:00</updated><title type='text'>Congresso do Circolo PD Porto Alegre</title><content type='html'>Buscando avançar no processo de construção da representação do Partido Democrático junto a comunidade italiana no exterior, e em especial à comunidade italiana da circunscrição do Rio Grande do Sul, o Circolo PD Porto Alegre está convocando a comunidade local para o seu congresso de circolo que irá ocorrer aos 11 de setembro de 2009, sexta-feira, junto à Assembléia Legislativa del RS, sala Alberto Pasqualini, 4º andar, das 12 às 14 horas, com a presença do deputado Fábio Porta e da comissão de garantia . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a Assembléia serão apresentadas as propostas dos candidatos Pierluigi Bersani, Dario Franceschini e Ignazio Marino, à Secretário Geral do Partido. Nesta mesma data, depois de debater as propostas, deverão ser eleitos os delegados para o Congresso de Repartição (América Latina)entre os sócios do círculo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-4469698898520496426?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/4469698898520496426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=4469698898520496426' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/4469698898520496426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/4469698898520496426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2009/09/congresso-do-circolo-pd-porto-alegre.html' title='Congresso do Circolo PD Porto Alegre'/><author><name>Claudia Antonini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08458535433605895242</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_-X0CJ24TLG4/Sp3BmDCnDYI/AAAAAAAAALo/Ns8NIsPbPEY/S220/HC+foto+sepia+160.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-6898851415409237587</id><published>2008-12-20T06:43:00.000-08:00</published><updated>2008-12-20T06:44:59.597-08:00</updated><title type='text'>IDENTITA’ ITALIANA e MULTICULTURALISMO</title><content type='html'>Prima Conferenza dei Giovani Italiani nel Mondo&lt;br /&gt;Roma, 8-12 dicembre 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Documento finale gruppo tematico&lt;br /&gt;IDENTITA’ ITALIANA e MULTICULTURALISMO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L’esito dei nostri lavori in questa commissione si concretizza in due contributi principali:&lt;br /&gt;1. in primo luogo nell’affermazione di principi e linee guida per una migliore comprensione dell’essenza dell’italianità nel mondo&lt;br /&gt;2. in secondo luogo nell’elaborazione di proposte pratiche per l’applicazione effettiva ed efficace di queste idee.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Premesse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Riconosciamo che la realizzazione di questa conferenza e i contenuti che in essa abbiamo discusso rappresentano un momento storico, una svolta che è la base per la costruzione di una nuova idea di nazione che superi le diversità, le frontiere geografiche e simboliche, e che vuole generare una nuova coscienza italiana che ci accomuni.  L’apertura al mondo è la chiave della grandezza e dell’eccellenza italiana.&lt;br /&gt;Ci riconosciamo nei valori fondamentali espressi dalla nostra Costituzione e li mettiamo in pratica nei paesi in cui siamo residenti. &lt;br /&gt;L’Italia oggi deve riconoscersi come una Nazione globale, caratterizzata da un multiculturalismo fondato sul dialogo interculturale. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noi giovani italiani nel mondo dobbiamo quindi assumerci la responsabilità del nostro ruolo di mediatori culturali e raggiungerne la consapevolezza. E’ innegabile che gli italiani sono  stati e continuano ad essere orgogliosi ambasciatori di valori, stili di vita, storia, cultura apprezzati in tutto il mondo, nonostante alcuni stereotipi che hanno accompagnato i nostri migranti all’estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Identità e multiculturalismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L’identità nasce dal bisogno di un senso di appartenenza che è proprio dell’essere umano ed implica ed esige coscienza di chi si è e conoscenza  di noi stessi e degli altri. L’identità non è un fatto, bensì un processo dinamico che scaturisce da una scelta e si costruisce nella quotidianità attraverso esperienze vissute, condivise e trasmesse. Anche l’italianità ha queste caratteristiche ed è il risultato della dimensione globale in cui oggi siamo inseriti noi giovani.&lt;br /&gt;L’italianità oggi si manifesta in molteplici forme che rispecchiano la diversità delle identità italiane nel mondo; il nostro essere italiani in questo modo è espressione del pluriculturalismo che ha caratterizzato e caratterizza a tutt’oggi l’esperienza della migrazione nelle varie generazioni. Oggi gli italiani nel mondo sono coloro che per primi hanno lasciato l’Italia, spesso spinti dalla necessità, alla ricerca di migliori possibilità, e i loro discendenti; ma sono anche i giovani delle nuove generazioni che continuano a partire per crescere professionalmente e contribuire in questo modo anche alla crescita dei paesi in cui si inseriscono e all’immagine dell’Italia nel mondo. &lt;br /&gt;Sono varie le forme di italianità ed ognuna è caratterizzata dal complesso intreccio di molteplici appartenenze; nella riflessione includiamo gli italiani all’estero (di prima generazione e i discendenti), gli italiani in Italia e gli stranieri che diventano italiani in Italia. Per avere uno spaccato più dettagliato delle specificità di ogni Paese facciamo riferimento ai documenti elaborati negli incontri di Paese in preparazione alla Conferenza e che sono reperibili sul sito del CGIE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veicoli di identità&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nella discussione abbiamo individuato i tratti che ci accomunano come italiani:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. La cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crediamo che un’idea di cultura italiana nelle sue varie dimensioni sia uno dei referenti principali di identificazione. &lt;br /&gt;a. Riconosciamo l’importanza di includere in questo concetto sia la cultura classica (arte, musica, poesia, eccetera) sia quella popolare caratterizzata dalle sue espressioni di tradizioni e costumi; &lt;br /&gt;b. la cultura italiana del passato così come la cultura italiana contemporanea; &lt;br /&gt;c. la cultura italiana generata in Italia, ma anche tutte le espressioni di cultura italiana prodotte fuori dal territorio nazionale e coniugate nelle diverse realtà locali degli italiani all’estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. La lingua&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a. Affermiamo che la lingua sia un dovere morale perché veicolo privilegiato di identità e cultura italiana e strumento che favorisce l’integrazione e la partecipazione. E’ però importante rivendicare che la lingua non deve essere considerata un obbligo strumentalizzato per discriminare, ma bensì un diritto da difendere. E’ necessario quindi che si garantiscano le condizioni per potersene appropriare.&lt;br /&gt;b. rivendichiamo l’importanza di recuperare la dignità dell’identità linguistica regionale caratterizzata dall’uso dei dialetti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Legame con il territorio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a. Esiste un’identità italiana che si riconosce nel legame con l’Italia come territorio, nella sua dimensione nazionale e regionale;&lt;br /&gt;b. esiste però anche un’identità cosiddetta “de-territorializzata”, che si fonda sull’idea dell’Italia come nazione globale: si tratta di un’italianità slegata da un referente territoriale. Il territorio è una metafora che raccoglie quello che per ciascuno significa sentirsi italiano nelle forme proprie ad ogni individuo e collettività.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Valori comuni&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Risaltiamo che l’identità deve fondarsi anche sull’adesione a valori condivisi, tra i quali identifichiamo i seguenti come fondamentali: diritti dell’umanità.&lt;br /&gt;a. i diritti dell’umanità;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b. i valori della Costituzione Italiana, la nostra Costituzione;&lt;br /&gt;c. la solidarietà e l’accoglienza;&lt;br /&gt;d. la voglia di fare e l’impegno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cittadinanza &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. In primo luogo affermiamo che è necessario separare il concetto di identità dal concetto di cittadinanza: &lt;br /&gt;• l’identità esiste indipendentemente dalla cittadinanza, è un processo di appropriazione personale e collettivo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• la cittadinanza è un diritto, che riconosce legalmente un’identità scelta o assunta consapevolmente. E’ quindi necessario creare le condizioni affinché venga riconosciuta agli aventi diritto.&lt;br /&gt;B. La cittadinanza implica diritti e doveri fondamentali ed è uno strumento per mantenere un legame e un referente di identificazione tra gli italiani nel mondo e in Italia:&lt;br /&gt;• diritto/dovere di partecipare (specialmente con il voto, ma anche nelle nostre realtà locali);&lt;br /&gt;• diritto/dovere di informare/informarsi e  conoscere/farsi conoscere;&lt;br /&gt;• diritto/dovere all’appartenenza e all’identità&lt;br /&gt;1. per l’integrazione sociale: questo dovere esige che si favoriscano le iniziative che aiutino lo sviluppo e l’appropriazione dell’identità italiana da parte dei nuovi cittadini;&lt;br /&gt;2. per appartenere: fornire e garantire gli strumenti legali per sentirsi parte della collettività italiana e potere partecipare.&lt;br /&gt;a. Chiediamo la ratifica della ius sanguinis per la trasmissione della cittadinanza ai propri discendenti;&lt;br /&gt;b. per velocizzare i tempi di inserimento degli italiani nel tessuto sociale ed economico del Paese, proponiamo il rafforzamento dell’uso di forme legali di appartenenza intermedie (per esempio il permesso di soggiorno immediato) per chi è in attesa di cittadinanza e ne ha diritto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interculturalità, multiculturalismo e integrazione&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crediamo che il messaggio di integrazione e dialogo interculturale che stiamo lanciando sia uno dei contributi principali del nostro lavoro. Come cittadini italiani nel mondo, siamo emblema vivente della possibilità, seppur con difficoltà, dell’integrazione nei nostri paesi di residenza, siamo esempio di multiculturalismo perché coniughiamo varie identità nazionali e non, e le conciliamo nel nostro vivere quotidiano.&lt;br /&gt;Crediamo che il nostro essere italiani ci richiami alla responsabilità di partecipazione sia nei nostri paesi che in Italia (esercitando una cittadinanza cosciente sia in Italia che nei nostri paesi di residenza).&lt;br /&gt;Ribadiamo che l’integrazione è basata sulla conoscenza reciproca e sul dialogo interculturale di cui noi siamo ambasciatori e promotori. La volontà di costruire l’integrazione e l’appartenenza deve partire da valori condivisi e basarsi sul rispetto della diversità e la non discriminazione.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proposte d’azione e impegni&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In questa sezione vogliamo plasmare alcuni degli obiettivi centrali di azioni che sono emersi in questi giorni di dibattito. Crediamo che la collaborazione con le diverse realtà che ci rappresentano e nelle quali siamo inseriti nei nostri Paesi sia imprescindibile per poter concretizzare i progetti da noi proposti.&lt;br /&gt;Ci impegniamo ad essere portavoce dei principi e delle proposte che abbiamo discusso ed elaborato e ad essere agenti di cambio nelle nostre realtà locali grazie al sostegno di una rete di solidarietà internazionale e delle nostre istituzioni. &lt;br /&gt;1. Al fine di mantenere saldi i legami della nostra comunità, proponiamo la costituzione e la consolidazione di una rete virtuale di comunicazione, formata da Italiani nel mondo, che consenta diverse attività e scambi di esperienze ( professionali, accademiche, culturali, turistiche, ecc);&lt;br /&gt;2 . proponiamo uno spazio televisivo sulla RAI e sui quotidiani nazionali  dedicato a diffondere e far conoscere attraverso una serie di documentari e di articoli le diverse realtà degli italiani nel mondo, con la collaborazione di reti televisive e testate giornalistiche locali;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 . la creazione di programmi educativi – culturali - civici, sportivi e pubblicazioni in un quadro di solidarietà intergenerazionale che coinvolga la comunità degli italiani nel mondo. Un rapporto qualitativo tra le diverse generazioni contribuisce a rafforzare l’identità e permetterebbe di creare archivi della memoria italiani nel mondo; &lt;br /&gt;4 . la creazione di una commissione giovanile identità “italiana e multiculturalismo” in ogni Paese, con l’obiettivo di coordinare le proposte dei giovani e che interagisca con gli organi di governo italiani dei loro Paesi, da costituirsi entro il 2009, con un piano di lavoro triennale;&lt;br /&gt;5. creare un festival annuale internazionale della Migrazione degli Italiani nel Mondo, da realizzare in Italia e al contempo nei diversi Paesi di residenza; &lt;br /&gt;6. accordi con le case editrici italiane per ottenere sconti sulle pubblicazioni in lingua italiana;&lt;br /&gt;7. promuovere accordi bilaterali con i Governi nazionali e regionali dei diversi Paesi di appartenenza, al fine di agevolare e tutelare l’insegnamento de la lingua e della cultura italiana nelle scuole pubbliche statali di ogni Paese;&lt;br /&gt;8. proponiamo di presentare alla Unione Europea progetti sulla interculturalità delle nostre comunità nel mondo che dovrebbero essere finanziati con i fondi messi a disposizione degli Stati membri enti locali e privati;&lt;br /&gt;9. il riconoscimento della cittadinanza agli aventi diritto deve essere garantito dalle nostre rappresentanze consolari attraverso la realizzazione di pratiche amministrative più snelle nelle forme e nei tempi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infine facciamo nostre le parole di un grande cantautore italiano, Giorgio Gaber,  quando dice che “l’appartenenza non è un insieme casuale di persone, non è il consenso a un’apparente aggregazione, l’appartenenza è avere gli altri dentro di sé.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-6898851415409237587?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/6898851415409237587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=6898851415409237587' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/6898851415409237587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/6898851415409237587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/12/identita-italiana-e-multiculturalismo.html' title='IDENTITA’ ITALIANA e MULTICULTURALISMO'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-8378068792450429025</id><published>2008-12-20T06:41:00.001-08:00</published><updated>2008-12-20T06:41:51.801-08:00</updated><title type='text'>Mondo del Lavoro e Lavoro nel Mondo</title><content type='html'>Prima Conferenza dei Giovani Italiani nel Mondo&lt;br /&gt;Roma, 8-12 dicembre 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Documento finale gruppo tematico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mondo del Lavoro e Lavoro nel Mondo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il presente documento si articola  in due parti che rappresentano le differenti realtà che i giovani vivono in Europa e nei Paesi extraeuropei.&lt;br /&gt;1. Introduzione&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quella dei Paesi extra europei è una realtà estremamente complessa sotto molti punti di vista, politicamente, storicamente e socialmente. L'aspetto migratorio non fa eccezione, questi Paesi conoscono infatti diversi tipi di migranti italiani, di prima, seconda e terza generazione. Tale diversità rappresenta un enorme bacino di potenzialità da sfruttare. &lt;br /&gt;Esistono infatti giovani imprenditori e professionisti, artigiani, ricercatori e ragazzi che lavorano nel volontariato. Ciascuna di queste categorie contribuisce al progresso dell'Italia. I giovani imprenditori utilizzando macchinari italiani e personale italiano; le persone che lavorano nell'associazionismo svolgendo un lavoro fondamentale di diffusione e mantenimento della cultura italiana e dell'italianità. I giovani emigranti di nuova generazione dal canto loro, tolgono un problema all'Italia lasciando silenziosamente il Paese e cercando all'estero ciò che la loro patria non riesce a dare: un lavoro degno, oggi come tanti anni fa.&lt;br /&gt;La crisi economica mondiale sta passando dall'essere puramente finanziaria all'aspetto della produzione e del consumo: alla cosiddetta economia reale. Ciò può provocare un riflusso migratorio da Paesi con sistemi sociali scarsi a un Paese come l'Italia che possiede uno stato sociale che assiste tutta la popolazione indistintamente. Diventa per tanto fondamentale pensare al modo di risolvere i problemi degli italiani all'estero nel loro Paese di residenza e non obbligarli a venire in Italia per superarli, potendo far collassare il sistema sociale italiano. &lt;br /&gt;La presenza istituzionale e associazionistica italiana nei diversi territori è molteplice e frammentata: pensiamo alle camere di commercio, all'ICE, ai consolati, alle associazioni italiane, ai patronati. Queste entità non riescono ad agire in rete a causa della mancanza di direttive definite e centralizzate a livello continentale e  della sovrapposizione di funzioni. Ciò porta a una mancanza di coordinamento dell'agire tanto pubblico quanto privato. &lt;br /&gt;In questo momento il sistema Paese non pensa a politiche per il lavoro, per l'impiego, per la formazione e per lo sviluppo degli italiani all'estero. Un disoccupato italiano nella ricerca di un lavoro o una persona che voglia migliorare la propria situazione lavorativa non può contare su nessun tipo di servizio da parte dello Stato.&lt;br /&gt;In alcuni casi, situazioni già difficili in assoluto sono anche aggravate dalle specificità locali. Per esempio, in Sud Africa si registra una politica discriminativa attuata mediante BEE (Black Economic Empowerment) e “Affirmative Actions”, statuti che danno più opportunità alla popolazione nera e meno agli italo-Sud Africani. Questo è un problema grandissimo che affligge tutti i nostri giovani in Sud Africa che trovano problemi anche a iniziare una nuova attività privata.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2. Ripensamento del Sistema Italia all’estero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Per tutte queste ragioni e in considerazione di questo momento di crisi internazionale, il valore del lavoro assume importanza fondamentale. Per valorizzare al massimo le risorse umane presenti in un territorio è necessario adottare delle politiche del lavoro mentre, ad oggi, l’agire  dello Stato italiano si limita ad azioni spot, vedasi corsi di formazione totalmente fuori contesto dalle necessità del territorio di destinazione. &lt;br /&gt;Per avere delle politiche del lavoro è però indispensabile mettere a pieno regime le Istituzioni presenti all’estero che ci sono e in quantità:&lt;br /&gt;• Camere di Commercio &lt;br /&gt;• ICE&lt;br /&gt;• Patronati&lt;br /&gt;• Consolati &lt;br /&gt;• Associazioni italiane &lt;br /&gt;Sono istituzioni che lavorano in maniera indipendente l’una dall’altra, con competenze spesso sovrapposte, per cui è necessario metterle in rete e in sinergia per valorizzarne gli sforzi.&lt;br /&gt;Unendo l’idea di una politica per l’impiego degli italiani all’estero con la valorizzazione delle istituzioni ed associazioni già esistenti nel territorio, l’ipotesi di lavoro da noi indicata è la seguente: &lt;br /&gt;1) da un lato raccogliere la richiesta di risorse umane delle imprese, utilizzando le entità che sono vocazionalmente portate alla relazione con queste, pensiamo in particolare all’ICE e alle Camere di Commercio. Queste dovrebbero mappare in modo dettagliato le esigenze di profili professionali richiesti e porle in un sistema informatico;  &lt;br /&gt;2) per quanto concerne l’offerta, utilizzare i patronati (considerando anche la  recente modifica della legge 152), associazioni “certificate” e consolati che inserirebbero i dati dei profili offerti dai concittadini nello stesso sistema. I  concittadini si recherebbero a tali istituzioni rispondendo a un` “obbligatorietà” di iscrizione mirata all’ottenimento di una base dati specifica sulla materia del lavoro e comprendente dati quali – condizione lavorativa, professione, esperienze, altre – e rinnoverebbero i dati annualmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il sistema è unico per tutti, le informazioni inserite da un soggetto sono totalmente condivise dagli altri. &lt;br /&gt;Per quanto riguarda la costruzione dell’interfaccia di raccolta delle informazioni relative ai profili si può mutuare da quella già utilizzata dal Ministero del Lavoro in Italia per i centri per l’impiego oppure solo fare un collegamento simile a quello che utilizza la piattaforma “easy” con la quale si trasmettono le informazioni dai patronati all’estero all’INPS. Considerando l’incrocio esistente tra i dati INPS, Ministero del Lavoro e Ministero delle Finanze, il Governo avrebbe un’informazione completa sulla condizione di tutti gli italiani all’estero. &lt;br /&gt;La sola riorganizzazione delle strutture non sarebbe sufficiente se non si decidesse a livello centrale di attuare una politica di responsabilizzazione di quelle imprese, grandi, piccole e medie, che investono all’estero affinché considerino l’utilizzo delle risorse umane italiane presenti nel Paese di riferimento. E’ impensabile che imprese come FIAT sbarchino in Sud America con migliaia di posti di lavoro disponibili e nessuno di questi arrivi agli italiani all’estero in forma strutturata e coordinata. Rimarremmo l’unico Paese europeo all’estero a non avere una politica di questo genere a fronte dell’eccellenza della Germania e della Francia, per esempio. Questo sistema non sarebbe di aiuto solo per l’impiego degli italiani all’estero ma un sicuro vantaggio per l’impresa che si trova a lavorare con una cultura simile e sistemi di valore condivisi con tutte le conseguenze positive che ne derivano in termini di produzione e radicamento nel tessuto sociale del territorio.&lt;br /&gt;I benefici del sistema ora esposto sono enormi. Per quanto riguarda ICE e Camere di Commercio queste verrebbero a prestare un servizio prezioso per le imprese aggiungendo valore al loro ruolo di sostegno. &lt;br /&gt;I patronati vedrebbero rinnovata la loro funzione di assistenza ai concittadini all’estero, rivolgendosi a un pubblico giovane finora pressoché ignorato.&lt;br /&gt;L’associazionismo italiano all’estero si vedrebbe riconosciuto da un ruolo fondamentale di miglioramento e di supporto della situazione sociale della comunità italiana, con la possibilità di avvicinare le generazioni giovani demotivate da Istituzioni che non vengono loro incontro nelle problematiche fondamentali quali, in primo luogo, il lavoro.&lt;br /&gt;Ma, al di là dei benefici per ogni singola Istituzione, il valore aggiunto sarebbe di avere finalmente un sistema Italia per il lavoro degli italiani all’estero, di avere delle Istituzioni che lavorano in collaborazione, di avere un database aggiornato da cui trarre le direttive per politiche di formazione per il lavoro efficienti, di avere una comunità italiana (soprattutto giovanile) motivata e soddisfatta dalla presenza delle entità operanti nel territorio.&lt;br /&gt;2.1 Modelli di Valutazione&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E parlando di efficienza non si può non pensare a rendere tali sistemi così. Noi giovani siamo sempre estremamente attenti a quelli che sono i tempi e la qualità del servizio offerto. &lt;br /&gt;Proponiamo di istituire dei modelli di valutazione che provvedano feedback alle Istituzioni sui loro processi. &lt;br /&gt;Questo può essere implementato con diverse modalità e con gradi di complessità diversi. Per essere concreti si può iniziare da una “scatola dei suggerimenti” aperta, alla quale le singole Istituzioni diano report periodici e aggiungere un questionario di valutazione del servizio ricevuto dal cittadino ogni qual volta ci si rivolge alle Istituzioni.&lt;br /&gt;Proponiamo che, a partire da noi, si studino le variabili e le modalità più indicate per fare questa analisi, di tradurre i dati e le schede in una sintetica relazione valutativa e di presentarla al Ministero corrispondente affinché possa avere chiara l’immagine che percepiscono gli italiani all’estero delle Istituzioni e dei loro servizi.&lt;br /&gt;Anche in questo caso non chiediamo nuovi fondi, ma semplicemente che si dia attenzione all’efficacia e all’efficienza dei processi in atto, nonostante la scarsità di risorse dove spesso ci si trova ad operare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 Formazione&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un sistema come quello descritto ci permetterebbe di capire quali sono le vere esigenze formative degli italiani all’estero, in accordo anche con il Paese che li ospita. Renderemmo la formazione all’estero efficiente a partire da una visione “welfare to work” così da ampliare immediatamente il numero di beneficiari dei percorsi formativi, valorizzando le proposte locali senza incidere sul bilancio nazionale italiano. Razionalizzare gli investimenti programmandoli a partire dalle esigenze reali dei beneficiari.&lt;br /&gt;In particolare in Africa e in America Latina, la formazione professionale e l’alta formazione sono una necessità, perché permettono agli italiani in loco di cogliere le opportunità che i mercati locali offrono; permettono inoltre la crescita individuale e collettiva nei vari settori economici, promuovendo la professionalità italiana sotto tutte le sue forme, ma anche di partecipare assiduamente alla crescita sociale ed economica dei Paesi che ci ospitano. &lt;br /&gt;Se questo punto dovesse essere di vostro interesse, siamo pronti a farvi una valutazione specifica dei costi e dei risultati che attraverso questa impostazione la politica di formazione all’estero potrebbe avere. Ancora una volta, come professionisti vi mettiamo a disposizione il nostro tempo e capacità a titolo gratuito affinché non gravi, anche solo lo studio, sul bilancio nazionale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3. Progetti da sviluppare&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 Riconoscimento titoli di studio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un problema molto sentito da i giovani italiani è senza dubbio il caos e la burocratizzazione che accompagna il processo del riconoscimento dei titoli di studio nelle esperienze di scambio e arricchimento formativo. Allo stesso modo per  i professionisti è necessario che il loro titolo sia riconosciuto in altri Paesi. Un ingegnere con anni di esperienza in qualsiasi nazione è pur sempre un ingegnere. Il discorso è valido anche per gli altri  professionisti.&lt;br /&gt;Al momento nella mancanza di regole comuni per orientare un giovane al riconoscimento di ciò che gli appartiene, riconosciamo l’ennesimo caso di miopia politica. Oggi questo è possibile solo in virtù di accordi bilaterali, spesso accompagnati da un’eccessiva burocratizzazione, una dispersione delle informazioni e una strada non sempre chiara da seguire. Cosi non si fa altro che far rinunciare un giovane alla propria esperienza di arricchimento formativo, professionale e umano. &lt;br /&gt;La richiesta é che ci siano degli standard che l'Italia riconosca internazionalmente, accompagnati, solo allora, da specifici accordi bilaterali.&lt;br /&gt;Un processo di digitalizzazione on-line, uno sportello telematico in pratica, con informazioni chiare e centralizzate, con “tabelle di conversione” per diplomi e lauree, faciliterebbe la valutazione dei titoli di studio conseguite nei rispettivi Paesi. Bisogna sensibilizzare le università e i programmi di internazionalizzazione per facilitare il processo. &lt;br /&gt;Considerato che avete dato a noi giovani l’opportunità di fare le nostre richieste in questa sede, bisogna partire da un forum di incontro tra le diverse istituzioni sia italiane che estere dove affrontare l’argomento su come redigere una tabella di conversione sulle varie qualifiche e esperienze. Questa commissione si offre di guidare il forum di incontro con l’appoggio e il sostegno del Ministro dell’Istruzione e del sistema educativo italiano. Ci mettiamo a disposizione per fare una relazione completa sulle università del nostro Paese di origine e sugli accordi internazionali che esse hanno stipulato, per agevolare il vostro compito se decidete di impegnarvi sull'argomento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I vantaggi di un processo di rimodernizzazione sono per noi giovani logici e inevitabili. Si arricchirebbero le opportunità di esperienze internazionali con una formula win-win. Il giovane si formerebbe e confronterebbe con nuove realtà tornando nel proprio Paese con un bagaglio migliore. Allo stesso modo il Paese si troverebbe ad avere una nuova fonte di sapere che contagerebbe il sistema che lo circonda. &lt;br /&gt;Agevoleremmo, infine, la circolazione dei professionisti.&lt;br /&gt;Per esempio, se un Italiano va in Sud Africa porta con se una ventata di italianità che rinfrescherebbe la conoscenza attuale riguardo al Paese. Il giovane che si integra nella società porta i suoi usi e costumi riprendendo quella macchina del tempo che accompagna le vecchie generazioni di emigrati.&lt;br /&gt;Se un Sud Africano viene in Italia dà all’Italia e agli Italiani intorno a lui un’aria di internazionalizzazione. E’ora di iniziare a importare cervelli o quanto meno pensieri.&lt;br /&gt;In un Paese sempre più globalizzato, un giovane che sviluppa la conoscenza della lingua in maniera approfondita, altro non fa che ottenere un vantaggio competitivo su un mondo del lavoro sempre più internazionale; e l’Italia stessa otterrebbe risorse che la rappresenterebbero sempre più egregiamente nel mondo.&lt;br /&gt;Un’ esperienza internazionale altro non fa che dare un’apertura di orizzonti culturali globali, cosi come richiesto dal mercato del terzo millennio.&lt;br /&gt;Non si possono replicare idee e modelli di business vincenti se non si vivono. Andando a vivere un’esperienza all’estero si possono apprendere “best practice” e replicare nel proprio Paese un benchmark produttivo e, aggiungendo l’ingegno tipico di noi italiani, migliorarlo. &lt;br /&gt;Non chiediamo un riconoscimento automatico, chiediamo la creazione di un sistema che ci permetta di integrare i nostri studi con esami o corsi abilitanti allo svolgimento della professione o all’accesso di quei percorsi pubblici e privati che lo richiedano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.2 Portale Networking&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nel giugno 2008 una grande casa di produzione automobilistica ha riavviato uno stabilimento nella provincia argentina di Cordoba con un investimento complessivo di più di 500 milioni di dollari. Sono stati creati 6.600 nuovi posti di lavoro. Non essendoci stata una adeguata analisi delle risorse umane italiane locali ed una struttura che permetta di avvicinarsi a loro, l’assunzione di cittadini italiani al interno di questo stabilimento è stata puramente casuale.&lt;br /&gt;Per questo, riteniamo che sia di estrema importanza creare una struttura informatica che permetta di collegare la domanda di lavoro degli italiani esistente nei nostri Paesi di residenza, con la possibile offerta creata da aziende italiane che decidano di fare investimenti in questi Paesi. La struttura dovrà comprendere una pagina web nella quale i professionisti potranno caricare i propri profili personali attraverso un’interfaccia fissa e prestabilita; le aziende, attraverso un motore di ricerca potranno accedere ai profili (conservando la privacy fino al momento in cui il professionista decide di accettare il contatto da parte dell’azienda) che soddisfino le loro esigenze. Questa infrastruttura permetterà alle aziende di trovare professionisti in loco con una cultura lavorativa e lingua comune e inoltre, se instaurata adeguatamente, darà la possibilità di avere un “albo” costantemente aggiornato (a minimo costo) dei professionisti italiani presenti all’estero.&lt;br /&gt;Questo portale potrebbe anche essere uno strumento di diffusione ed informazione centralizzato sugli stage e le diverse offerte formative promesse dai diversi enti (Aziende, Regioni, Ministeri, ecc).&lt;br /&gt;Per l’Europa esiste già un portale web che agevola la mobilità professionale chiamato EURES .  Sfortunatamente questo portale è limitato ai confini europei. &lt;br /&gt;Tenendo in conto i costi di sviluppo, si potrebbero ipotizzare due vie: la prima, costituire un portale basandosi sul modello di EURES ma estendendo i confini al resto del mondo, oppure, la seconda strada sarebbe quella di creare una partnership con una o più università italiane che attualmente usino una piattaforma simile per tenere traccia dei propri professionisti ed avvicinarli al mondo del lavoro.&lt;br /&gt;Infine ci sembra importante sottolineare che, essendo le risorse umane la risorsa principale di qualsiasi azienda, la possibilità di creare sinergia tra i professionisti italiani all’estero e le aziende italiane che desiderano sviluppare le proprie attività in questi Paesi può solo significare un beneficio mutuo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.3 Lavoro Autonomo&lt;br /&gt;Facciamo un rapido passaggio su alcune iniziative che si potrebbero prendere per favorire il lavoro autonomo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fondo per il microcredito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creazione di un fondo finanziario che permetta ai microimprenditori di poter accedere al capitale iniziale a tassi agevolati e a tempi di restituzione variabili da studiare secondo il caso e comunque a condizioni migliori rispetto a quelle offerte dal mercato.  Considerando la difficoltà o in alcuni casi l’impossibilità d’accesso al credito questo fondo rappresenterebbe la possibilità per migliaia d’italiani all’estero di diventare imprenditori attraverso un supporto finanziario e di “coaching” per validare i progetti.&lt;br /&gt;Il fondo, che dovrà essere costituito da una iniezione di capitale pubblico proveniente dall’ente centrale e dalle regioni, in seguito si dovrebbe rigenerare oltre che con la restituzione del prestiti ( revolving ) anche da un sistema di fiscalità internazionale. Crediamo, infatti, che si debba riflettere sulla necessità di un ripensamento da un sistema che esiga dagli investimenti finanziari e commerciali all’estero una percentuale minima per la ricostituzione di questo fondo e la realizzazione di altre attività.&lt;br /&gt;Un Paese che si vota ad essere globalizzato e attento alle esigenze dei suoi elettori all’estero deve prima o poi aprire il dibattito su una qualche forma di fiscalità internazionale.&lt;br /&gt;3.4 Supporto allo sviluppo della piccola e media azienda &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L´obiettivo di questa proposta sarebbe la promozione dell’industria italiana partendo dagli italiani all’estero.&lt;br /&gt;Crediamo nella efficacia di un sistema che permetta ad un imprenditore italiano in un Paese estero di poter scegliere l’acquisto di un macchinario italiano, preferito per la sua provenienza, e un sistema di agevolazioni per far fronte all’investimento che ne deriva. Fondi agevolati, o altri sistemi, che permettano di dare sostegno alla creazione di un circolo virtuoso tra credito e produzione che ha come protagonisti gli imprenditori italiani all’estero, gli imprenditori italiani in Italia, il Paese estero e l’Italia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.5 Proposta per l'internazionalizzazione della piccola e media impresa italiana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Italia i distretti industriali sono stati considerati negli anni ‘80 e ‘90 come modelli di riferimento per lo sviluppo della piccola e media impresa (PMI) a livello mondiale. All'inizio dell'anno 2000 questo modello che integra imprese e territorio si é evoluto verso un modello di filiera verticale dove non è necessario il raggruppamento delle PMI in una stessa regione geografica.  Si deve riflettere sulle filiere allargate, sui partenariati internazionali, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La globalizzazione ed il bisogno di cercare di essere competitivi sentito dai distretti industriali italiani porta necessariamente a pensare ad una strategia di internazionalizzazione delle PMI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In America Latina o in Africa esistono condizioni favorevoli per lo stabilimento di PMI italiane: fattori produttivi a costi bassi ed un mercato potenziale di grandi dimensioni che valorizzano il “Made in Italy”, solo per fare alcuni esempi. Cosi come per i Paesi nord americani, ad alta spesa di consumo pro-capite, non rinunciano alla qualità che accompagna i prodotti italiani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La proposta in questo senso sarebbe quella di creare un contatto tra l'imprenditore italiano e quello extra-europeo per replicare il modello dei distretti industriali al di fuori del confine europeo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le strutture esistenti, come l'ICE, SIMEST e SACE, potrebbero offrire un supporto ad entrambi le parti per avviare un vincolo dove si stabilisca, tramite una metodologia predefinita, un rapporto di mutua convenienza. &lt;br /&gt;3.6 Creazione di una denominazione di manifattura&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Gli italiani sono conosciuti nel mondo per la loro capacità di fare, di lavorare e di creare. Hanno un’immagine positiva che non viene sfruttata dagli italiani che vivono all’estero, nonostante questi ultimi abbiano contribuito anche loro a creare e diffondere in tutto il mondo tale immagine. È per questo che proponiamo la creazione di una denominazione di manifattura: fatto da un italiano oppure made by italian people, potendo anche aggiungere  all’estero.&lt;br /&gt;Questo timbro di qualità dovrà avere dei controlli che assicurino, per esempio, che un prodotto qualsiasi viene fatto secondo un metodo tradizionale italiano. &lt;br /&gt;Si può andare oltre e aggiungere anche la regione dalla quale viene presa questa ricetta o modo di fare. Questo sempre nel caso di un prodotto d’origine agricolo, considerando che un immigrante, quando parte dalla sua terra, porta con sé la sua cultura, il suo modo di fare, le sue ricette e i suoi prodotti tipici. &lt;br /&gt;Nel settore dell’industria, tale concetto si può espandere; possiamo infatti immaginare che un prodotto di un imprenditore italiano possa ottenere questo marchio. &lt;br /&gt;In entrambi i casi, per poter avere questo marchio di qualità, le aziende dovranno produrre questi prodotti secondo un protocollo di qualità che dovrà essere rispettato e certificato. &lt;br /&gt;Il compito della certificazione potrà essere portato avanti, eventualmente, dalle Camere di Commercio (tramite professionisti idonei, che certamente anche essi dovranno avere un’origine italiana) o tramite qualsiasi ente di certificazione di origine italiana. &lt;br /&gt;In questo modo, si da un sostegno a un gran numero d’imprenditori italiani nel mondo,  che lavorano e creano ogni giorno un’immagine ancor più positiva del significato del  mangiare, bere, indossare o usare qualcosa fatta da un italiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soffermiamoci ora sulla realtà dei Paesi europei.&lt;br /&gt;Riscontriamo un generale malessere legato allo svolgere la propria attività professionale in Italia. Ciò è sostanzialmente dovuto a:&lt;br /&gt;1. Mancanza di meritocrazia nei processi di valutazione (sia nel privato che nel pubblico) che ha come inevitabile conseguenza una drammatica riduzione della mobilità sociale.&lt;br /&gt;2. Una tendenza europea di precarietà del lavoro (contratti a breve termine, stage non retribuiti, salari non adeguati alla professionalità e al tenore di vita) alla quale, in Italia, non fa riscontro la presenza di un sistema adeguato di ammortizzatori sociali.&lt;br /&gt;3. Presenza di una burocrazia inefficiente, che limita le forme di iniziativa, non esclusivamente a livello imprenditoriale.&lt;br /&gt;4. Difficoltà dell’accesso al credito bancario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In particolare, nell’ambito universitario, è stato evidenziato:&lt;br /&gt;1. Un preoccupante malcostume nelle selezioni e nelle assegnazioni di fondi. &lt;br /&gt;2. La mancanza di un serio meccanismo di valutazione a posteriori dell’attività di ricerca.&lt;br /&gt;3. La mancanza di fondi di ricerca adeguati.&lt;br /&gt;Questi motivi sono alla base della continua emorragia di giovani che sono obbligati ad emigrare dall’Italia e cercare realtà professionali migliori in Europa e Nord Africa. E impediscono il ritorno in patria delle nuove generazioni relative alle vecchie emigrazioni. &lt;br /&gt;Vorremmo sottolineare la problematica tedesca: i ragazzi nati e cresciuti in Germania, dato il loro semilinguismo e il sistema scolastico molto selettivo, frequentano spesso scuole di serie B, che precludono loro la possibilità di accedere all’educazione superiore e al mondo del lavoro specializzato.&lt;br /&gt;Siamo comunque parte integrante dell’Italia. Contribuiamo alla crescita economica italiana, promuovendo, pubblicizzando ed esportando i prodotti italiani all’estero.&lt;br /&gt;Siamo una risorsa per l’Italia e vogliamo continuare a promuovere economicamente il made in Italy in tutte le sue forme. Spesso siamo la punta di diamante, dell’Italia e gli apri pista in nuovi mercati e nuovi settori.&lt;br /&gt;Siamo consapevoli delle difficoltà economiche che attraversa l’Italia in un contesto globale e non siamo e non vogliamo essere un ulteriore peso economico. Siamo comunque un’entrata di capitali (veniamo in vacanza, in tanti vorremmo comprare casa in Italia,  compriamo prodotti italiani, lavoriamo per multinazionali di capitale italiano...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abbiamo bisogno:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. che i titoli di studio conseguiti nell’Unione Europa e Svizzera siano riconosciuti automaticamente in Italia, e viceversa. E che i processi di convalida dei titoli conseguiti nei paesi extracomunitari siano facilitati;&lt;br /&gt;2. creazione di corsi di sostegno scolastico all’estero là dove i nostri giovani hanno difficoltà ad integrarsi;&lt;br /&gt;3. diffusione a tappeto dell’informazione di questi corsi e dei corsi che possono interessare gli italiani all’estero;&lt;br /&gt;4. diffusione dell’informazione sul lavoro e delle offerte e domande formative e professionali legate alla popolazione italiana, per esempio creando o rafforzando siti, forum, fiere e database presso organismi italiani all’estero. Informazione in italiano sui sistemi di sicurezza sociale all’estero;&lt;br /&gt;5. facilitazioni dal punto di vista logistico, burocratico, doganale e fiscale dell’import-export nei paesi extracomunitari. Ottimizzazione della logistica e della comunicazione;&lt;br /&gt;6. facilitare il rientro in Italia degli italiani residenti all’estero anche per brevi esperienze, come scambi scolastici, stage, potenziamento del servizio civile per gli italiani residenti all’estero;&lt;br /&gt;7. maggiore sostegno da parte delle istituzioni (consolati, Camere di Commercio, ICE, Comites). La chiusura o la limitazione dei consolati in alcune città a forte presenza italiana  è un problema per chi deve spostarsi e perdere ore o giornate di lavoro anche solo per rinnovare un documento. Inoltre è necessaria la riforma di queste istituzioni in vista di una maggiore efficienza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siamo grati all’Italia per l’organizzazione di  questa Conferenza che dimostra interesse per le nostre realtà molto variegate. &lt;br /&gt;Riteniamo di sottolineare che l’inclusione all’interno del gruppo europeo di giovani provenienti da  Paesi come Turchia, Israele, Algeria,e Etiopia ha creato una situazione  disomogenea in quanto essi si identificano maggiormente con le problematiche di altre aree geografiche.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-8378068792450429025?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/8378068792450429025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=8378068792450429025' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/8378068792450429025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/8378068792450429025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/12/mondo-del-lavoro-e-lavoro-nel-mondo.html' title='Mondo del Lavoro e Lavoro nel Mondo'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-3997484828140252359</id><published>2008-12-20T06:40:00.001-08:00</published><updated>2008-12-20T06:40:39.186-08:00</updated><title type='text'>LINGUA E CULTURA</title><content type='html'>Prima Conferenza dei Giovani Italiani nel Mondo&lt;br /&gt;Roma, 8-12 dicembre 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Documento finale gruppo tematico&lt;br /&gt;LINGUA E CULTURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. L’ITALIA NON E’ SOLO IN ITALIA. LA LINGUA COME LEGAME &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prima ancora del territorio, è la lingua la forma più ancestrale ed universale di unione e riconoscimento di un popolo. Specialmente per gli  italiani all’estero, essa rappresenta un elemento di sintesi della dimensione identitaria, di ricchezza culturale e di benessere. Uno strumento così forte da essere paragonato a una calamità talmente potente da riparare alla distanza. Se la lingua è ciò che “istintivamente” ci attrae, ci lega e coinvolge, il primo compito selettivo di una Conferenza dei giovani italiani nel mondo è quello di rivendicare un tale potere di attrazione, anche attraverso la  valorizzazione dell’insegnamento dell’italiano all’estero. Questa prima matrice di riconoscimento, deve ottenere cure continue e, quando possibile, un’attenta implementazione delle strutture esistenti. E se è la matrice preliminare del riconoscimento, vale anche in tempi di crisi economica globale.&lt;br /&gt;Nell’ottica di continuare a diffondere e mantenere viva la cultura italiana - eliminando contraddizioni e differenze che possono invece radicalizzare le distanze tra gli italiani residenti in Italia e quelli che vivono in altri contesti nazionali - appare necessario promuovere un rapporto bidirezionale affinché si favorisca l’aggiornamento e la creazione di reti di relazione tra tutti i connazionali, ovunque essi vivano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L’insegnamento della lingua e della cultura italiana è stato sempre utilizzato strategicamente dal Governo come fondamentale medium della promozione della presenza italiana nel mondo e quale investimento e forma di collegamento verso le future generazioni. Da questo punto di vista, si deve mettere in luce il ruolo di rilievo che gli emigrati hanno avuto, consapevolmente o di fatto, in qualità di moltiplicatori e ambasciatori dell’italianità nel mondo, oltre che di sostegno economico per il Paese di origine (basti pensare, ad esempio, alle rimesse economiche).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I tagli prospettati dalla finanziaria, effettuati pragmaticamente, ma in maniera repentina, ammontano a circa il 64% per le politiche di questo settore e rischiano di compromettere in maniera definitiva lo sforzo intrapreso da generazioni di emigrati per mantenere vive la lingua, la cultura e le tradizioni del loro Paese di origine, nonostante la lontananza dall’Italia. Pur consapevoli della necessità di queste riduzioni, consideriamo comunque opportuna una decisa revisione delle modalità di assegnazione dei fondi per l’insegnamento della lingua e della cultura italiana all’estero, sollecitando una verifica rigorosa della loro gestione (si segnala, ad esempio, il caso degli insegnanti di ruolo designati dal MAE - Ministero degli Affari Esteri - con stipendi significativamente superiori rispetto a quelli dei professori locali e che spesso non possiedono la formazione specifica per insegnare l’italiano quale lingua straniera, come pure, sovente, un’adeguata conoscenza della lingua locale).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le riduzioni finanziarie indiscriminate colpiranno, dunque, le associazioni e gli enti gestori che, grazie a una tradizione ormai consolidata, offrono ai giovani italiani nel mondo – altrimenti impossibilitati ad avvicinarsi all’Italia sia linguisticamente e culturalmente, che sul piano commerciale o turistico - l’opportunità di studiare la lingua e la cultura italiana, salvaguardando  così le proprie radici. Ma è proprio in momenti di crisi che servono appunto progetti chiari, consistenti e trasparenti, perché la comunità sappia quali sono le politiche e le decisioni del Governo nei loro confronti. Affinché non si sprechino tutti questi anni di dedizione, compromettendo, forse definitivamente i ponti che legano l’Italia ai suoi figli lontani si devono gestire attentamente le risorse monetarie esistenti effettuando gli eventuali tagli in maniera meno radicale. Come scelta strategica in tempi di crisi si devono valorizzare le iniziative già esistenti e create nei diversi Paesi, stimolare la loro crescita a livello locale e garantire lo svolgimento delle attività previste dagli accordi già firmati. A sostegno di tale posizione è indispensabile sottolineare il ruolo fondamentale che hanno: i corsi di italiano (retti dalla legge 153), gli Istituti Italiani di Cultura, le scuole italiane all’estero e le associazioni che sono purtroppo costrette a ridurre progressivamente le loro attività e persino a chiudere unità pienamente operative. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conosciamo la realtà italiana e sappiamo che, come in tutto il mondo, le previsioni sono di recessione economica. A fronte di tale situazione siamo qui non solo per sollecitare una sensibilità diversa nei confronti delle comunità italiane nel mondo, ma soprattutto per offrire le energie e le competenze presenti in esse per valorizzare le esperienze di qualità. L’obiettivo non è dunque unicamente quello di spingere a rivedere i tagli agli investimenti, ma di capitalizzare quanto già esiste (si rammenta che nella maggior parte dei Paesi del mondo operano strutture riconosciute dal Governo italiano che potrebbero essere meglio utilizzate per promuovere la lingua e la cultura e quindi il “prodotto Italia”). Inoltre, dal punto di vista economico la nuova realtà obbliga tutti all’esercizio di un’ottimizzazione delle risorse e persino, grazie alla razionalizzazione degli interventi, a fare di più con meno.&lt;br /&gt;In estrema sintesi e per esemplificare quanto potrebbe esser fatto, grazie ad un’accorta strategia  istituzionale, sarebbe possibile sia stabilire nuovi partenariati tra i vari governi locali e quello Italiano per articolare diversamente i costi, sia attivando ulteriori soluzioni di autosostenibilità. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. POSSIBILI LINEE DI INTERVENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a. Per un rinascimento dell’emigrazione. La valorizzazione delle risorse italiane all’estero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anche nell’era digitale, la lingua resta comunque il primo vettore di comunicazione. È quindi necessario un forte impegno nella salvaguardia e nella promozione della nostra lingua a livello mondiale attraverso: &lt;br /&gt;- una presa di coscienza più forte e convinta da parte dello Stato della complessità e della diversità di ogni realtà locale in cui si è sviluppata una particolare storia dell’emigrazione italiana;&lt;br /&gt;- il mantenimento del diritto all’apprendimento e all’insegnamento dell’italiano in quanto diritto all’istruzione iscritto nella Costituzione della Repubblica (Art. 34);&lt;br /&gt;- una serie di investimenti mirati alla promozione dell’italiano come lingua straniera (da affiancare all’inglese, francese, spagnolo etc.);&lt;br /&gt;- l’adozione di una linea politica di difesa e sostegno della pluralità linguistica e culturale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b. La distanza da spreco a risorsa. La lingua come calamita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“La lingua più bella del mondo” costituisce, per noi tutti, un patrimonio da salvaguardare e su cui operare una “manutenzione permanente”. Investire nella promozione della lingua è però importante quanto la salvaguardia di quanto è stato fatto finora da attori istituzionali e non in tema di tutela della stessa.&lt;br /&gt;La lingua, la cultura e l’immagine dell’Italia stanno conoscendo in questi anni un insperato quanto potente sviluppo, che allinea finalmente l’immagine dell’Italia a quel ruolo di “Superpotenza Culturale” universalmente riconosciutole in virtù dell’immenso patrimonio artistico e di una storia millenaria al centro di un Mar Mediterraneo culla di tutte le civiltà occidentali. Oramai, inoltre, la nostra lingua non attira più solo per le ben note ragioni (musica, canto, arti, cultura), ma anche per esigenze commerciali, di scambi economici, di finanza.&lt;br /&gt;Le imprese italiane possono facilmente diffondere i loro prodotti tra gli appassionati dell’Italia; è noto che una persona che parla una lingua straniera assume delle affinità commerciali con il Paese in cui tale lingua è parlata. Promuovendo la lingua italiana aumenta, dunque, anche la nostra presenza commerciale nel mondo.&lt;br /&gt;Ecco allora che i corsi di lingua e cultura italiana all’estero sono certamente fondamentali per il loro enorme valore culturale; una valenza relativa però non solo alla necessaria operazione di recupero dell’identità linguistico-culturale delle seconde e successive generazioni, ma anche per lo sviluppo dell’italofonia e dell’italofilia (che vanno di pari passo) e una speculare internazionalizzazione culturale, economica commerciale e turistica dell’Italia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c. Contro la filosofia dei tagli a pioggia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consapevoli dell’evoluzione di una congiuntura economica negativa, la ridefinizione nell’investimento rispetto alla diffusione dell’italiano non deve diventare irrazionale e compromettere l’esistenza dei corsi d’italiano. Tagliare in modo indiscriminato i fondi destinati alla promozione della lingua italiana significherebbe, infatti, non solo impedire l’esistenza della nostra lingua fra poche decine d’anni, ma costituirebbe anche il progressivo esaurirsi del mercato trainante dei nostri beni di consumo all’estero. Infatti, mentre altri Paesi stanno investendo centinaia di milioni per diffondere le proprie lingue nelle aree di mercato più importanti del mondo, noi ci muoveremmo in una deleteria controtendenza, se, come si è più volte sottolineato, la promozione della lingua e della cultura italiana all’estero contribuisce all’immagine positiva di qualità e allo sviluppo economico dell’Italia. La prospettiva di soppressione dei finanziamenti e contributi non deve dunque compromettere tutti gli investimenti economici, gli sforzi umani e i risultati culturali e sociali raggiunti finora con grande impegno.&lt;br /&gt;È in tal senso necessario sostenere la lingua e la cultura italiana con una politica seria e ragionata, coscienti che quando muore una lingua muore anche la sua cultura!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d. Acceleratori di culture. Alcune indicazioni progettuali&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esistono molte strutture che, nel loro piccolo, agiscono per la diffusione della lingua e della cultura italiana sul territorio tenendo in conto le esigenze locali.&lt;br /&gt;Aprire il mercato a tutte le strutture già esistenti e meritevoli che siano in grado di proporre e gestire progetti multilaterali, intercomunitari, di scambio, di gemellaggio, progetti linguistici e culturali che sfruttino le risorse e le strutture presenti in ogni Paese o città del mondo e che permettano una razionalizzazione della spesa (cfr. Proposte Operative). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e. La qualità è anche quantità. Per un accesso allargato alla cultura italiana &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alla luce di quanto sinora esposto è possibile individuare almeno tre elementi da cui partire per lavorare a un miglioramento delle politiche di investimento relative all’ambito linguistico e culturale:&lt;br /&gt;- individuare alcuni “indicatori di qualità” da applicare ai corsi forniti da tutte le strutture operanti sui vari territori;&lt;br /&gt;- garantire la formazione e l’aggiornamento del personale docente;&lt;br /&gt;- monitorare le attività e i risultati di tutte le strutture delegate alla promozione dell’italiano in vista della successiva distribuzione delle risorse finanziarie. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. PROPOSTE OPERATIVE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a. Il bilinguismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Combattere l’attuale “semilinguismo” di alcuni Paesi, favorendo il bilinguismo sin dall’età prescolare con asili bilingue e corsi di italiano gratuiti a tutti i livelli dell’istruzione. Sensibilizzare a tale riguardo i genitori, affinché sia incrementata non solo la frequenza di tali corsi, ma soprattutto i corsi di sostegno, indispensabili, in particolar modo, per i bambini con conoscenze linguistiche deficitarie. &lt;br /&gt;Il bilinguismo permetterebbe così la piena interazione tra la cultura italiana e quella del luogo in cui si vive e faciliterebbe l’integrazione nei differenti contesti di residenza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; b. Verso una certificazione di qualità&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gli enti che promuovono la lingua e la cultura italiana devono impegnarsi a garantire un insegnamento caratterizzato da: professionalità, qualità e pertinenza dei contenuti dell’insegnamento, considerando, conseguentemente, anche una formazione continua dei docenti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Per i Paesi in cui insegnanti di lingua e cultura italiane sono già presenti, devono essere favorite le loro assunzioni, permettendo in questo modo una continuità didattica nel tempo e agevolando i rapporti con le istituzioni e le autorità delle nazioni ospitanti. Tali persone, infatti, oltre ad avere le necessarie competenze per un’efficace trasmissione della lingua italiana, conoscono anche la realtà, la cultura e l’idioma del Paese in cui vivono; ciò permetterebbe un conseguente e notevole risparmio allo Stato italiano, in quanto lo solleverebbe dal costo degli onerosi assegni di trasferta che vengono pagati agli insegnati ministeriali. Da questo notevole risparmio di risorse si otterrebbe altresì un duplice vantaggio: 1) il poter inviare insegnanti MAE nei luoghi dove non sono ancora presenti; 2) la formazione di insegnanti locali mediante corsi professionali già esistenti con l’aggiunta di stage e corsi di aggiornamento in Italia per periodi di tempo determinati, che diano loro le qualifiche necessarie per poter insegnare la lingua e la cultura italiane nei loro Paesi di residenza. L’insegnamento della lingua e cultura italiana deve infatti essere adeguato alle varie realtà presenti. Il materiale didattico deve rispecchiare le esigenze e le peculiarità dei contesti locali a cui saranno rivolti. Si ritiene per questo opportuno avviare dei processi di integrazione e di collaborazione tra i responsabili dei progetti formativi in Italia e quelli all’estero.&lt;br /&gt;Da ultimo si fa notare come anche un abbattimento delle tasse d’importazione per i libri di testo favorirebbe una maggiore diffusione dell’italianità nel mondo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; c. Un ripensamento del ruolo del lettorato: verso una riforma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quanto sopra affermato si aggiunge la proposta di sostituzione del ruolo del lettore MAE con personale qualificato reclutato a livello locale, tenendo conto della spesa che questo personale comporta per lo Stato e delle difficoltà che gli insegnanti MAE incontrano tal volta andando all’estero, senza un’adeguata conoscenza della lingua e della cultura ospitante. Inoltre, proponiamo l’istituzione di criteri di selezione mirati a integrare la promozione dell’ITALIA nella realtà locale del Paese in cui si opera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d. La diffusione e la socializzazione alle nuove tecnologie&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Favorire l’utilizzo di nuove tecnologie nell’insegnamento in quanto mezzo valido all’apprendimento a distanza attraverso progetti mirati, senza tuttavia sostituire la figura del docente in quanto soggetto centrale e imprescindibile di trasmissione diretta dell’italianità.&lt;br /&gt;Creare, al contempo, una rete di informazione per permettere lo scambio, la condivisione di progetti. È necessario, quindi, valorizzare i siti web per permettere: scambi, confronti e arricchimenti tra istituzioni, operatori e principali attori individuali e collettivi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e. Verso un ripensamento del ruolo degli Istituti di cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenendo conto delle nuove forme di migrazione, non più sintetizzabili con il semplice termine di emigrazione, la diffusione della cultura italiana all’estero non dovrebbe essere appannaggio delle sole istituzioni. L’obiettivo principale è quello di attirare pubblici diversi, soprattutto giovani e suscitare la voglia degli italiani all’estero di partecipare alle attività proposte. Creare un legame più stretto tra la cultura italiana e la cultura del territorio in cui operano gli IIC. Il MAE, in questa ipotesi, dovrebbe coordinare, dall’alto, approvando e sostenendo economicamente i diversi progetti linguistici e culturali proposti da chi lavora nel settore e conosce bene gli attori locali e le problematiche di ogni città, provincia o regione. Gli Istituti di Cultura, in questo disegno, sarebbero il referente del Ministero con cui dialogare in modo costante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f. La promozione culturale&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si sottolinea che la Costituzione (Art. 6) e la legge italiana riconoscono e tutelano le minoranze linguistiche e culturali presenti sul territorio nazionale (sardo, friulano, sloveno...). Risulta, di conseguenza, importante proteggere, aiutare e sostenere all’estero anche la cultura e la lingua degli emigranti, cittadini italiani, appartenenti a tali minoranze linguistiche e culturali, tutelando così anche le varie sfaccettature dell’essere italiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un altro nodo fondamentale della diffusione della cultura italiana è rappresentato dai mass media. A partire da tale consapevolezza, si propone che venga ampliata la diffusione di programmi televisivi italiani gratuiti, in quanto il linguaggio televisivo è oggi sempre più uno specchio dell’evoluzione culturale e linguistica, diventando per molti italiani - soprattutto per coloro che non hanno la possibilità di visitare il Bel Paese frequentemente a causa delle distanze - un vero e proprio corso di aggiornamento non solo linguistico, ma anche culturale. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si propone inoltre l’abbassamento dei costi dei corsi di lingua italiana, offerti dagli istituti di cultura e dalla Dante Alighieri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L’espressione della cultura italiana non si definisce, ovviamente, soltanto attraverso la lingua, essa comprende infatti anche altre forme espressive, quali: lo sport, la musica, l’artigianato, le arti, il volontariato, le professione etc.&lt;br /&gt;Invitiamo dunque all’uso delle nostre strutture in tali campi per favorire questi interscambi, che avrebbero lo scopo di facilitare l’apprendimento della lingua e della cultura, come pure lo scambio di abilità e competenze, sempre in termini di reciprocità.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g. La mobilità degli studenti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semplificare i percorsi degli studenti progettando iter burocratici più chiari e sicuri. Ciò significa: il riconoscimento dei titoli di studio, l’equipollenza dei crediti universitari, la convalida degli esami.&lt;br /&gt;Questo implica altresì il favorire la partecipazione a: tirocini, soggiorni linguistici, stage e workshop in Italia. Occorre inoltre incrementare gli scambi culturali, quali SOCRATES, ERASMUS, COMENIUS, LEONARDO, LINGUA OVERSEAS etc., con tutti i Paesi stranieri, soprattutto con Paesi ove questi programmi non sono ancora previsti, in modo da garantire a tutti le stesse possibilità educative, come prevede l’Articolo 34 della Costituzione italiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV. Per una nuova storia dell’emigrazione italiana &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nonostante siano tempi difficili siamo sicuri di essere di fronte all’inizio di un delicato momento storico di rinascimento dell’emigrazione dal punto di vista culturale ed economico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chiudere una pagina storica dell’emigrazione e rifiutare forse irreparabilmente il dialogo con i giovani che vivono all’estero dimostra che per comprendere il presente basta guardare alla storia per rendersi conto che gli antichi avevano ragione nel percepire l’espansione come motore della crescita economica, umana, culturale, spirituale, linguistica etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È riduttivo, oltre ad essere paradossalmente contro la storia e la tradizione italiana, avere l’idea che l’Italia è soltanto un pezzettino di terra a forma di stivale. Il vero confine di un Paese è quello delineato dalla sua influenza culturale: l’Italia, dunque, non è solo in Italia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È nostro dovere di cittadini italiani all’estero essere protagonisti attivi di questa rinascita attraverso l’attualizzazione e il rinnovamento di una cultura costruita da milioni e milioni di mani, di menti e di cuori diffusi da secoli in tutto il mondo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-3997484828140252359?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/3997484828140252359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=3997484828140252359' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/3997484828140252359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/3997484828140252359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/12/lingua-e-cultura.html' title='LINGUA E CULTURA'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-2990437047030459137</id><published>2008-11-05T03:21:00.001-08:00</published><updated>2008-11-05T03:21:45.465-08:00</updated><title type='text'>Statuto del PD nella Circoscrizione estero</title><content type='html'>Testo definitivo approvato dall’Assemblea nazionale della Circoscrizione estero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte I&lt;br /&gt;Principi generali&lt;br /&gt;Articolo 1.&lt;br /&gt;(Principi del Partito Democratico nella Circoscrizione estero)&lt;br /&gt;1. Lo Statuto del Partito Democratico nella Circoscrizione estero richiama e rispetta i principi generali dettati dallo Statuto nazionale del Partito Democratico, del suo Manifesto dei Valori e del Codice Etico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Tutto ciò che non è espressamente regolato da questo Statuto è rimandato allo Statuto, al Manifesto dei Valori e al Codice Etico nazionali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARTE II&lt;br /&gt;Principi e soggetti della vita democratica del Partito nella Circoscrizione estero&lt;br /&gt;Articolo 2.&lt;br /&gt;(Principi della democrazia interna)&lt;br /&gt;1. Il Partito Democratico nella Circoscrizione estero si basa sul principio del federalismo politico ed è costituito da iscritti ed elettori. Persegue il principio delle pari opportunità, secondo il dettato degli articoli 2, 49 e 51 della Costituzione.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Il Partito Democratico nella Circoscrizione estero affida alla partecipazione degli iscritti e degli elettori, di norma tramite lo strumento delle primarie, le decisioni fondamentali circa l’elezione delle principali cariche politiche e la scelta delle candidature per le più importanti cariche istituzionali e per il Parlamento nazionale ed europeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articolo 3.&lt;br /&gt;(Principali soggetti del Partito e loro diritti e doveri)&lt;br /&gt;1. Il Partito Democratico nella Circoscrizione estero è composto di diversi livelli territoriali e forme plurali di partecipazione alla vita politica. Lo Statuto identifica due soggetti principali della democrazia interna: gli “iscritti” e gli “elettori”, con diversi diritti e doveri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Per “iscritti” si intendono quei cittadini italiani, che si iscrivono al Partito accettandone le indicazioni del presente Statuto, del Manifesto dei valori e del Codice etico nazionali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Per “elettori” si intendono quei cittadini italiani, iscritti e non iscritti al Partito Democratico, che dichiarano di riconoscersi nelle linee politiche del Partito, di sostenerlo alle elezioni, e di accettare di essere registrati nell’Albo pubblico degli elettori.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Per tutto ciò che concerne i diritti e i doveri degli iscritti e degli elettori si fa riferimento a quanto stabilito dallo Statuto nazionale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. L’iscrizione al Partito, così come la registrazione nell’Albo degli elettori, può avvenire anche per via telematica, è individuale ed è possibili a partire dal compimento del sedicesimo anno di età. Copia dell’elenco delle iscrizioni al Partito e delle registrazioni all’Albo degli elettori e delle elettrici di ogni singolo cittadino deve essere obbligatoriamente trasmessa al Coordinamento nazionale del PD della Circoscrizione estero e alla Segreteria di Paese. Saranno esclusivamente l’anagrafe degli iscritti e l’Albo inviati al Coordinamento nazionale del PD della Circoscrizione estero a far fede in caso di controversie locali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARTE III&lt;br /&gt;Modalità di elezione degli organismi dirigenti nazionali&lt;br /&gt;Articolo 4.&lt;br /&gt; (Elezione dei membri di diritto alla Direzione nazionale)&lt;br /&gt;1. I quattro membri di diritto del Partito nella Circoscrizione estero alla Direzione nazionale sono, tenendo conto della parità di genere, i rappresentanti delle quattro ripartizioni elettorali: Europa, America Meridionale, America Settentrionale e Centrale, Africa/Asia/Oceania/Antartide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articolo 5.&lt;br /&gt;(Elezione del Coordinamento nazionale del PD della Circoscrizione estero)&lt;br /&gt;1. Il Coordinamento nazionale del PD della Circoscrizione estero (da qui in poi chiamato Coordinamento della Circoscrizione estero) è l’organismo di indirizzo e coordinamento del Partito Democratico all’estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Fanno parte del Coordinamento della Circoscrizione estero, con funzioni di indirizzo e coordinamento, i quattro coordinatori delle ripartizioni e, su proposta del Segretario nazionale, il Coordinatore del PD per gli italiani nel mondo e un ristretto numero di altri componenti, votato a maggioranza e a scrutinio segreto dall’Assemblea della Circoscrizione estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. L’Assemblea può integrare la proposta del Segretario nazionale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Fanno parte di diritto del Coordinamento della Circoscrizione estero i parlamentari del PD eletti all’estero (e gli iscritti al PD che ricoprono importanti ruoli istituzionali per gli italiani all’estero: il segretario del CGIE).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articolo 6.&lt;br /&gt;(Presidente dell’Assemblea nazionale dei delegati della Circoscrizione estero)&lt;br /&gt;1. L’Assemblea nazionale dei delegati del PD della Circoscrizione estero (da qui in poi chiamata Assemblea della Circoscrizione estero), composta ai sensi dell’art. 16 del Regolamento per le Primarie all’estero del settembre 2007 e successive modifiche, elegge un Presidente che ha il compito esclusivo di convocare e presiedere i lavori della relativa Assemblea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Il Presidente è eletto a scrutinio segreto e a maggioranza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARTE IV&lt;br /&gt;Struttura federale e diverse specificità territoriali&lt;br /&gt;Articolo 7.&lt;br /&gt;(Autonomia statutaria della Circoscrizione estero)&lt;br /&gt;1. Il presente Statuto, nel rispetto dei principi fondamentali dello Statuto nazionale, regolamenta l’attività del partito nel suo ambito territoriale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. E’ approvato e modificato dalla relativa Assemblea della Circoscrizione estero con il voto favorevole della maggioranza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Sono sottoposte alla discussione e al voto quelle proposte che siano state sottoscritte da almeno 25 componenti dell’Assemblea della Circoscrizione estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Entra in vigore entro trenta giorni dall’approvazione, a meno che entro tale termine non siano sollevati problemi di conformità con i principi fondamentali dello Statuto nazionale. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. L’autonomia politica e organizzativa dei diversi livelli territoriali del partito sono consentite a livello locale, di Paese o di Ripartizione, purché coerenti con i principi generali di questo Statuto e di quello Nazionale, nonché del Manifesto dei Valori e del Codice Etico nazionali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articolo 8.&lt;br /&gt;(Autonomia delle strutture territoriali)&lt;br /&gt;1. Ai diversi livelli del partito è riconosciuta autonomia politica, programmatica, organizzativa e finanziaria in tutte le materie che il presente Statuto non riservi alla potestà degli organi nazionali, comprese le alleanze politiche ed elettorali a livello locale e di Paese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Nel caso di alleanze politiche o di accordi con partiti di altri paesi, il livello territoriale competente è tenuto a informare preventivamente il Segretario di Paese e il Coordinatore nazionale del PD della Circoscrizione estero, che informa la Segreteria nazionale del PD, cui è demandata la decisione finale. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Gli organi nazionali italiani possono intervenire direttamente negli ambiti riservati ai livelli territoriali di Ripartizione, di Paese e locali qualora gli effetti della loro azione possono pregiudicare i valori fondamentali del partito definiti dal Manifesto e dal Codice etico nazionali. In tali casi la Direzione nazionale può annullare le deliberazioni della Circoscrizione estero o dei suoi diversi livelli territoriali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. L’autonomia territoriale, di Paese o locale che sia, comprende anche la possibilità di stipulare accordi tra le unioni di Paese e locali, fermo restando che detti accordi rispettino i principi dello Statuto della Circoscrizione estero e quello nazionale, oltre che le responsabilità dei vari livelli territoriali sanciti in questo statuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Il Partito Democratico della Circoscrizione estero può, altresì, stipulare patti programmatici e di azione, generali o rivolti a specifici obiettivi, con forze sociali e associative operanti in Italia e all’estero, secondo i principi e le modalità previste nei precedenti articoli 9 e 10 di questo Statuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articolo 9.&lt;br /&gt;(Circoli locali, segreterie di Paese e coordinamenti di Ripartizione)&lt;br /&gt;1. I Circoli costituiscono le unità politiche e organizzative nelle quali gli iscritti e gli elettori partecipano alla vita del partito. Si distinguono in:&lt;br /&gt;a) circoli territoriali, legati al luogo di residenza;&lt;br /&gt;b) circoli ambientali, legati alla sede di lavoro e/o di studio;&lt;br /&gt;c) circoli on-line, attivi sulla rete internet e ai quali è possibile aderire indipendentemente dalla sede di residenza, di lavoro e di studio. &lt;br /&gt;d) circoli tematici, legati a specifiche tematiche.&lt;br /&gt;In ciascuna località e in riferimento a ciascuna sede di lavoro o di studio possono essere costituiti circoli che abbiano almeno un minimo di venticinque tesserati. Laddove vi è un unico circolo il numero minimo di tesserati è di sette.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Ogni cittadino può essere iscritto a un solo circolo territoriale, ambientale oppure on-line in Italia o all’estero. Può partecipare al dibattito politico, con diritto di parola, in tutti i circoli in cui lo ritiene utile, ma esercitare il diritto di voto attivo e passivo esclusivamente nel circolo in cui è iscritto e secondo le modalità stabilite da questo Statuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Gli iscritti ai circoli on-line, fermo restando il diritto di partecipare alla vita politica interna e all’elezione degli organi dirigenti di questi, indicano il circolo territoriale o ambientale di riferimento, almeno dove vi sia presenza reale e concreta di essi, al solo fine di creare un contatto e una reciproca conoscenza dei vari militanti delle due diverse e distinte realtà.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Ogni elettore può partecipare, senza diritto di voto, alle attività dei circoli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Ogni circolo locale dovrà necessariamente avere un’Assemblea degli iscritti, un Presidente, un segretario politico esecutivo e un Tesoriere.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Altre figure e responsabilità possono essere decise e introdotte dalla segreteria del circolo a seconda delle esigenze locali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Può far parte degli organismi dirigenti del partito ai vari livelli territoriali della Circoscrizione chi risulta iscritto all’AIRE, chi risieda, per motivi di lavoro o di studio, temporaneamente all’estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Se il circolo locale non potrà dotarsi di una Commissione di garanzia le eventuali controversie saranno giudicate dal primo livello politico superiore: la segreteria di Paese di riferimento o la commissione di Garanzia nazionale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Nei Paesi ove vi sia un solo circolo, esso coincide con la Segreteria di Paese. La Segreterie di Paese è organismo di ambito territoriale nazionale con compiti di indirizzo politico e ruolo di raccordo tra i vari circoli locali del Paese di riferimento e gli altri livelli di rappresentanza territoriale del Partito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Ogni Segreteria di Paese dovrà necessariamente avere un’Assemblea, un Presidente dell’Assemblea, un Segretario politico e un Tesoriere. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Altre figure e responsabilità possono essere decise e introdotte dalla Segreteria di Paese e del circolo a seconda delle esigenze locali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. I coordinamenti di Ripartizione devono favorire e promuovere la nascita di nuovi circoli in paesi dove non ve ne sia presenza, con compiti di organizzazione e raccordo del partito a livello continentale e, nel caso della Ripartizione Africa/Asia/Oceania/Antartide, anche intercontinentale. Detti coordinamenti dovranno necessariamente avere un Coordinatore, un Tesoriere e altre figure stabilite localmente sulla base delle esigenze locali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. I coordinamenti di Ripartizione sono espressione diretta di tutte le organizzazioni politiche dei paesi compresi nella Ripartizione elettorale in questione. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Fa parte dei coordinamenti di Ripartizione un delegato di ciascun Paese in cui vi sia almeno una organizzazione del Partito, designato localmente secondo i propri statuti e regolamenti. &lt;br /&gt;A questi si aggiunge, per ciascun Paese, un delegato ogni 20 punti percentuali di voti raggiunti dal PD nelle ultime elezioni politiche nel rispettivo Paese; un delegato ogni 20.000 voti assoluti per il PD nel corso delle ultime elezioni politiche nel rispettivo Paese; un delegato ogni 100 iscritti al Partito Democratico nel rispettivo Paese. &lt;br /&gt;Tutti i delegati saranno designati localmente secondo gli statuti e regolamenti dei rispettivi Paesi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articolo 10.&lt;br /&gt;(Mandati politici)&lt;br /&gt;1. I mandati di Segretario di Paese e Segretario locale durano al massimo quattro anni e sono riconfermabili per una sola volta consecutiva, dunque per un massimo complessivo e consecutivo di due mandati.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. L’elezione, con il sistema delle primarie, dell’Assemblea e del Segretario di Paese o locale, si svolge in una data unica per tutte le organizzazioni presenti in un Paese o in una Ripartizione elettorale, stabilita dal Coordinamento di Ripartizione d’intesa con le segreterie di Paese e il Coordinamento della Circoscrizione estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Le candidature a Segretario locale e a Segretario di Paese vengono presentate in collegamento con liste di candidati a componenti della relativa Assemblea, sulla base di piattaforme politico-programmatiche concorrenti. In ciascun livello elettorale possono essere presentate una o più liste collegate a ciascun candidato alla Segreteria. Ciascuna candidatura deve essere sottoscritta da almeno il 10% degli scritti al Partito al relativo livello in cui ci si candida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Nel caso in cui sia stata avanzata una sola candidatura alla carica oggetto di selezione, si può non procedere con il metodo delle primarie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. L’elettorato passivo è riservato agli iscritti in regola con i requisiti di iscrizione al momento dell’indizione dell’elezione e presenti nell’Anagrafe degli iscritti da almeno quattro mesi prima del giorno in cui sono state indette le elezioni, fatta eccezione per le prime elezioni dopo l’approvazione di questo Statuto. L’elettorato attivo è riservato a tutte le persone per le quali ricorrano le condizioni per essere registrate nell’Albo degli elettori e che ne facciano richiesta anche al momento del voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Se il Segretario di Paese o locale cessa dalla carica prima del termine del suo mandato, il Presidente della relativa Assemblea convoca l’Assemblea per una data non successiva a trenta giorni dalla cessazione del mandato per indire nuove elezioni primarie per l’elezione del Segretario e della stessa Assemblea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. L’Assemblea può, su mozione motivata, approvata con il voto favorevole della maggioranza assoluta dei suoi componenti, sfiduciare il Segretario. Se l’Assemblea sfiducia il Segretario, si procede a nuove elezioni primarie per l’Assemblea e per il Segretario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARTE V&lt;br /&gt;Selezione dei candidati alle diverse cariche istituzionali&lt;br /&gt;Articolo 11.&lt;br /&gt;(Elezioni primarie e selezione candidati)&lt;br /&gt;1. Per “elezioni primarie” si intendono le elezioni che hanno a oggetto la scelta dei candidati a cariche politiche e istituzionali elettive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Il Regolamento per le elezioni primarie è approvato con i voti favorevoli della maggioranza assoluta dei componenti dell’Assemblea della Circoscrizione estero. Esso deve rispettare i principi del Regolamento per le primarie all’estero del settembre 2007 e successive modifiche, il Regolamento quadro per la selezione delle candidature alle cariche istituzionali approvato dall’Assemblea nazionale e il Codice Etico nazionale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Vengono in ogni caso selezionati con il metodo delle primarie – secondo il Regolamento di cui al precedente comma 3 – i candidati alla carica Parlamentare nazionale ed europeo e i candidati alle principali cariche istituzionali. Qualora il Partito Democratico concorra con altri partiti alla presentazione di candidature comuni per tali cariche, valgono le norme contenute nell’articolo 16 del presente Statuto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Il Regolamento per le Primarie all’estero di cui al comma 3 è oggetto di ratifica da parte dell’Assemblea della Circoscrizione estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Le elettrici e gli elettori che non possiedono i requisiti della cittadinanza italiana non possono partecipare alle primarie per la scelta dei candidati alle cariche istituzionali e parlamentari.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articolo 12.&lt;br /&gt;(Primarie di coalizione)&lt;br /&gt;1. Qualora il Partito Democratico stipuli accordi pre-elettorali confederali o di coalizione con altre forze politiche a vari livelli o per il Parlamento nazionale ed europeo, i candidati comuni alle diverse cariche vengono selezionati mediante elezioni primarie aperte a tutte le cittadine e i cittadini italiani che alla data delle medesime elezioni abbiano compiuto sedici anni di età nonché, con i medesimi requisiti di età, ai cittadini di altra nazionalità che a vario titolo sono interessati alla politica e alle istituzioni italiane e devolvano il contributo eventualmente previsto dallo specifico Regolamento di cui al successivo comma 2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Il Regolamento per lo svolgimento delle primarie di coalizione stabilisce, salvo quanto già previsto da questo statuto, le modalità per la presentazione delle candidature e la convocazione della consultazione, disciplina la competizione per la fase che va dalla presentazione delle candidature alle elezioni, fissa modalità rigorose di registrazione dei votanti e di svolgimento delle operazioni di voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Qualora, al fine di raggiungere l’accordo di coalizione, si intenda apportare modifiche ai principi espressi nel comma 1 del presente articolo o utilizzare un diverso metodo per la scelta dei candidati comuni, la deroga deve essere approvata con il voto favorevole dei tre quinti dei componenti l’Assemblea del livello territoriale corrispondente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Nel caso di primarie di coalizione, gli iscritti al Partito Democratico possono avanzare la loro candidatura qualora essa sia stata sottoscritta da almeno il trenta per cento dei componenti dell’Assemblea del livello territoriale corrispondente, o da almeno il venti per cento degli iscritti nel relativo ambito territoriale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Nel caso in cui sia stata avanzata una sola candidatura alla carica oggetto di selezione, non si svolgono le elezioni primarie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARTE VI&lt;br /&gt;Principi ispiratori per le diverse candidature politiche e ruoli istituzionali&lt;br /&gt;Articolo 13.&lt;br /&gt;(Codice etico)&lt;br /&gt;1. Non possono far parte del Partito Democratico come iscritti o elettori, né essere candidate a cariche interne o rappresentare il Partito a cariche istituzionali, né come elettori né come iscritti, coloro che risultino essere esclusi sulla base del Codice Etico nazionale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articolo 14.&lt;br /&gt;(Incandidabilità e incompatibilità)&lt;br /&gt;1. Per tutto ciò che riguarda le incandidabilità e le incompatibilità si fa riferimento a quanto previsto dallo Statuto, dal Manifesto dei Valori e dal Codice Etico nazionali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARTE VII&lt;br /&gt;Strumenti per la partecipazione, l’elaborazione del programma e la formazione politica&lt;br /&gt;Articolo 15.&lt;br /&gt;(Forum tematici e generalisti) &lt;br /&gt;1. Le finalità dei Forum delle donne, dei giovani, degli anziani, della rete associativa e di enti tematici e generalisti sono: la libera discussione, la partecipazione alla vita pubblica, la formazione degli elettori e degli iscritti al partito e il coinvolgimento di tutti quei cittadini, anche non elettori, nell’elaborazione di proposte programmatiche e di individuazione di campagne su temi specifici. I Forum producono discussioni e materiali utili alle decisioni e all’iniziativa politica del Partito Democratico, di cui i gruppi dirigenti ai diversi livelli territoriali devono tener conto ai fini delle scelte e degli indirizzi politici.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. La partecipazione ai Forum è aperta a tutti i cittadini. I partecipanti, qualora lo accettino al momento della propria adesione al Forum, vengono registrati nell’Albo degli elettori del Partito Democratico nella Circoscrizione estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. I Forum sono indipendenti, autonomi e dotati di un proprio Statuto, ma hanno un rapporto di collaborazione e dialogo attivo con i gruppi dirigenti del Partito Democratico nella Circoscrizione estero ai suoi diversi livelli. Un Forum è riconosciuto dal Partito Democratico e collabora con esso a livello locale secondo quanto stabilito dal precedente comma 1. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. I Forum tematici che abbiano un radicamento e un’organizzazione a vari livelli o di tipo globale, sono riconosciuti dal Partito Democratico e collaborano con esso anche al livello nazionale della Circoscrizione estero, secondo quanto stabilito dal precedente comma 1, qualora siano attivi nelle quattro Ripartizioni elettorali.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Il rapporto con i Forum può essere meglio disciplinato sia a livello locale che nazionale da Regolamenti comuni e condivisi che dovranno essere sottoscritti dai responsabili dei Forum e del Partito Democratico ai diversi livelli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Gli organismi dirigenti del Partito Democratico si esprimono sull’attività e sui materiali prodotti dai Forum quando discutono o deliberano su contenuti da essi proposti, secondo le modalità stabilite dagli eventuali Regolamenti di cui al precedente comma 5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. I materiali e i documenti prodotti dai Forum devono essere pubblici e accessibili a tutti in forma gratuita. Il Partito Democratico decide liberamente di utilizzarli per l’elaborazione del proprio programma elettorale e più in generale delle proprie posizioni e iniziative politiche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Il Partito Democratico nella Circoscrizione estero dà vita a un luogo pubblico di riflessione, ricerca, discussione ed elaborazione politica e culturale riguardante i temi delle migrazioni e delle problematiche legate agli italiani che vivono all’estero. Il Forum, che si avvarrà anche delle forme telematiche, si pone l’obiettivo di dialogare e collaborare con le strutture di formazione politica, le personalità, i gruppi organizzati che fanno parte del vasto mondo democratico e progressista presente tra le nostre collettività all’estero o in Italia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articolo 16.&lt;br /&gt;(Fondazioni, associazioni e altri istituti a carattere politico-culturale)&lt;br /&gt;1. Il Partito Democratico, ai sensi dell’Art. 18 della Costituzione, favorisce la libertà e il pluralismo associativo e stabilisce rapporti di collaborazione ai vari livelli territoriali con fondazioni, associazioni e altri istituti locali, di Paese e internazionali, a carattere politico-culturale e senza fini di lucro, garantendone e rispettandone l’autonomia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Il Partito Democratico riconosce tali fondazioni, associazioni e istituti quali strumenti per la divulgazione del sapere, il libero dibattito scientifico, la elaborazione politico-programmatica ai vari livelli territoriali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARTE VIII&lt;br /&gt;Gestione finanziaria della Circoscrizione estero&lt;br /&gt;Articolo 17.&lt;br /&gt;(Comitato di tesoreria della Circoscrizione estero)&lt;br /&gt;1. Presso il Coordinamento della Circoscrizione estero è costituito un Comitato di tesoreria, eletto a maggioranza dall’Assemblea della Circoscrizione estero. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Gli iscritti al Partito Democratico all’estero hanno l’obbligo di sostenere finanziariamente le attività politiche del Partito con una “quota di iscrizione annuale” da versare al momento del tesseramento e secondo quanto stabilito dalle strutture locali o di Paese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 bis. I proventi derivanti dalle quote di iscrizione o altre forme di autofinanziamento restano a esclusiva disposizione del circolo locale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Il finanziamento del Partito nella Circoscrizione estero deriva delle risorse previste dal rimborso elettorale proveniente, secondo le vigenti disposizioni di legge, dal voto politico nella Circoscrizione estero e dalle eventuali campagne di autofinanziamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Le risorse finanziarie spettanti alla Circoscrizione estero provenienti dal Rimborso elettorale secondo le vigenti disposizioni di legge, sono stabilite annualmente dal Tesoriere nazionale del Partito Democratico, d’intesa con il Comitato di tesoreria del PD della Circoscrizione estero, in rapporto al finanziamento percepito in occasione di elezioni politiche nella stessa Circoscrizione Estero e secondo le esigenze organizzative e le attività politiche previste per quell’anno in detta Circoscrizione. L’impiego delle risorse economiche annualmente stabilite è deciso esclusivamente dagli organismi rappresentativi della Circoscrizione estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Il Comitato di Tesoreria della Circoscrizione estero concorda con il Tesoriere nazionale del Partito Democratico la quota di rimborsi spettanti alla Circoscrizione estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Il Comitato di tesoreria della Circoscrizione estero, a inizio anno e non oltre il 31 gennaio, informa l’Assemblea della Circoscrizione estero sulle risorse finanziarie disponibili. Entro il 15 dicembre successivo, lo stesso Comitato presenta una relazione su come sono state utilizzate le risorse dell’anno trascorso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articolo 18.&lt;br /&gt;(Autonomia gestionale e responsabilità)&lt;br /&gt;1. Le strutture del Partito sul territorio hanno una propria autonomia gestionale. Ciascuna struttura organizzativa è responsabile esclusiva degli atti e dei rapporti giuridici da essa posti in essere e non coinvolge né le altre articolazioni né la Direzione nazionale del Partito Democratico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articolo 19.&lt;br /&gt;(Rapporti finanziari all’interno della Circoscrizione estero)&lt;br /&gt;1. Le risorse finanziarie, come previsto dal comma 3 dell’Art. 17 del presente Statuto, sono interamente impiegate sul territorio per l’attività politica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. I criteri per l’assegnazione delle risorse finanziarie all’interno della Circoscrizione estero sono stabiliti da un apposito Regolamento approvato a maggioranza dall’Assemblea della Circoscrizione estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARTE IX&lt;br /&gt;Anagrafe e Revisioni Statuto&lt;br /&gt;Articolo 20.&lt;br /&gt;(Gestione del’Anagrafe e dell’Albo)&lt;br /&gt;1. Ogni singolo circolo dovrà fornire copia della propria Anagrafe degli iscritti e del proprio Albo degli elettori alla Segreteria di Paese e al Coordinamento della Circoscrizione estero, entro la fine di novembre dell’anno a cui corrisponde il tesseramento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. La copia dell’Anagrafe e dell’Albo in possesso del Coordinamento della Circoscrizione estero saranno gli unici elenchi a far fede ai fini congressuali, del conteggio degli iscritti, degli elettori e in caso di controversie non risolte al livello locale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Ogni livello politico stabilisce, nel proprio ambito territoriale, le forme della pubblicità dei dati relativi agli iscritti e agli elettori oltre che le modalità di utilizzazione da parte dei dirigenti, nonché dei candidati ammessi a partecipare alle elezioni per gli organi del Partito Democratico, a quelle per le cariche istituzionali o per il Parlamento nazionale ed europeo, nel rispetto delle normative sulla privacy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARTE X&lt;br /&gt;Norme transitorie e finali&lt;br /&gt;Articolo 21.&lt;br /&gt;(Elezioni organismi dirigenti)&lt;br /&gt;1. A seguito dell’approvazione dello Statuto, l’Assemblea della Circoscrizione estero procede all’elezione del Presidente della medesima Assemblea, ai sensi dell’Art. 6 del presente Statuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A seguito dell’approvazione dello Statuto, l’Assemblea della Circoscrizione estero decide tempi e modi per le elezioni di tutti gli altri organismi dirigenti del Partito della Circoscrizione estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARTE XI&lt;br /&gt;Organizzazione giovanile del Partito Democratico all’estero&lt;br /&gt;Articolo 22.&lt;br /&gt;(Costituzione dell’organizzazione giovanile della Circoscrizione estero)&lt;br /&gt;1. Il Partito Democratico nella Circoscrizione estero riconosce al proprio interno un’organizzazione giovanile, dotata di propri organismi dirigenti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Le forme e le modalità organizzative dell’organizzazione giovanile del PD nella Circoscrizione estero sono stabilite dallo Statuto della stessa organizzazione, in conformità a quanto previsto dallo Statuto nazionale dell’organizzazione giovanile del Partito Democratico in Italia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-2990437047030459137?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/2990437047030459137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=2990437047030459137' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/2990437047030459137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/2990437047030459137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/11/statuto-del-pd-nella-circoscrizione.html' title='Statuto del PD nella Circoscrizione estero'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-7106298802127056754</id><published>2008-11-01T03:13:00.000-07:00</published><updated>2008-11-01T03:14:19.957-07:00</updated><title type='text'>Porta eleito vice-presidente do Comitê dos Italianos no Exterior da Câmara dos Deputados</title><content type='html'>© Desiderio Peron - Insieme / Asib&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;u CURITIBA – PR – Acaba de ser instituído (12h23min de 02.07.2008) o Comitê dos Italianos no Exterior da Câmara dos Deputados, segundo informa de Roma o deputado Fabio Porta, eleito pela Circunscrição Eleitoral do Exterior. O presidente é da maioria do governo – o deputado Marco Zacchera (PDL), eleito na Itália, enquanto o vice-presidente é Fabio Porta, da oposição (PD). “Quero expressar a minha satisfação – disse Porta momentos antes de embarcar para o Brasil, onde acompanhará nesta quinta-feira a visita do sub-secretário Alfredo Mantica em São Paulo – pela confiança que em mim depositaram os colegas, e declarar que a partir de agora lutarei com todas as minhas forças para que os trabalhos do Comitê sejam iniciados o quanto antes, retomando o importante trabalho iniciado na legislatura passada”. Num comunicado à imprensa, o sociólogo e deputado Fabio Porta fala de “urgentes prioridades colocadas pela nossa grande comunidade de italianos no exterior”. O comunicado do deputado tem o seguinte teor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;u ISTITUITO DALLA COMMISSIONE ESTERI DELLA CAMERA DEI DEPUTATI IL COMITATO PER GLI ITALIANI NEL MONDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marco Zacchera (PDL) Presidente, Fabio Porta (PD) Vice Presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anche in questa legislatura la Camera dei Deputati avra’ un apposito Comitato per seguire da vicino i problemi degli italiani all’estero. La Commissione Esteri della Camera ha istituito oggi il Comitato, che sara’ presieduto da un esponente della maggioranza, l’On. Marco Zacchera, mentre dell’opposizione all’attuale governo sara’ il Vice Presidente, l’ On. Fabio Porta, eletto nella Circoscrizione Estero per il PD. “Voglio esprimere la mia soddisfazione per la fiducia che mi e’ stata concessa dai colleghi, e dichiarare fin da adesso che mi prodighero’ con tutte le mie forze perche’ i lavori del Comitato possano iniziare quanto prima riprendendo l’importante lavoro iniziato nella scorsa legislatura, anche alla luce dell’esperienza maturata e delle urgenti priorita’ poste dalla nostra grande comunita’ di italiani all’estero”. Roma, 3 luglio 2008 Ufficio Stampa On. Fabio Porta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-7106298802127056754?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/7106298802127056754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=7106298802127056754' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/7106298802127056754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/7106298802127056754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/11/porta-eleito-vice-presidente-do-comit.html' title='Porta eleito vice-presidente do Comitê dos Italianos no Exterior da Câmara dos Deputados'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-5657973917833832380</id><published>2008-08-23T17:00:00.001-07:00</published><updated>2008-08-23T17:00:34.464-07:00</updated><title type='text'>O Deputado Fabio Porta encontra a comunidade italiana do sul do Brasil:</title><content type='html'>O Deputado Fabio Porta encontra a comunidade italiana do sul do Brasil: em Florianópolis (Santa Catarina) um balanço dos 100 primeiros dias de atividade do parlamentar italiano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Preocupação com a política de “cortes” ao Ministério das Relações Exteriores e com a severidade em relação à imigração estrangeira pelo governo Berlusconi, mas ao mesmo tempo satisfação e otimismo em relação ao trabalho desenvolvido no Parlamento: é esse, em síntese, o sentido da mensagem que Fabio Porta, o Deputado eleito na Repartição América Meridional pela lista do PD (Partido Democrático), deu à comunidade italiana no decorrer do seu primeiro encontro após o recesso de verão do Parlamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ocasião lhe foi dada em meio a uma série de encontros organizados pela comunidade local no Estado brasileiro de Santa Catarina; aqui, na capital Florianópolis, o parlamentar italiano encontrou os representantes das associações, do COMITES, das instituições italianas e brasileiras. O Presidente da Ital-Uil Brasil, Guido Moretti, também em visita à capital catarinense, esteve presente nas várias iniciativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Queria, antes de mais nada, agradecer aos representantes da grande comunidade italiana do Estado de Santa Catarina pelo apoio e pela confiança a mim concedidos no decorrer das últimas eleições – declarou o Deputado Porta – confirmando o empenho em manter um contato cada vez mais constante e profícuo nos próximos meses, organizando também encontros focados a nível regional e setorial”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O balanço dos meus primeiros 100 dias como parlamentar é positivo, sobretudo se relacionado ao trabalho desenvolvido na Comissão de Relações Exteriores; a minha nomeação para Vice Presidente do Comitê Permanente para os Italianos no Exterior e o cargo de relator do Comitê pelos Direitos Humanos sobre os casos mais problemáticos dos italianos no exterior (presos e reféns) são um reconhecimento do trabalho que tenho desenvolvido, mas também um sinal de atenção ao valor da comunidade dos italianos no mundo e, em particular, na América do Sul”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pois bem – acrescentou o parlamentar – a manobra orçamentária trienal, discutida e aprovada no Parlamento, marcou esses primeiros 100 dias de maneira determinante e, a meu ver, negativa. Como pude dizer no decorrer da minha participação no debate na Câmara, a nossa dura oposição não foi ditada apenas pela presença de uma política de contenção da despesa pública, por sua vez também adotada pelo Governo Prodi; o que nos indignou foi o fato de que esses cortes se realizaram de maneira indiscriminada e generalizada, sem se dar conta das conseqüências negativas também sobre o desenvolvimento futuro da Itália”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ A política externa – segundo o Deputado Porta – é um exemplo da miopia desses cortes; parece que esse Governo não considera a presença italiana no exterior e a atenção às nossas comunidades uma prioridade política e isso, para um país em crise econômica e em busca de novos caminhos visando o crescimento, me parece um grave erro”. O Deputado italiano também participou da inauguração da exposição das esculturas do artista plástico italiano Franco Gentili, organizada pelo Forum Parlamentar Ítalo-Brasileiro do Estado de Santa Catarina, junto à sede da Assembléia Legislativa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-5657973917833832380?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/5657973917833832380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=5657973917833832380' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/5657973917833832380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/5657973917833832380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/08/o-deputado-fabio-porta-encontra.html' title='O Deputado Fabio Porta encontra a comunidade italiana do sul do Brasil:'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-2600669351209603000</id><published>2008-08-23T10:35:00.001-07:00</published><updated>2008-08-23T10:35:34.312-07:00</updated><title type='text'>A primeira visita do Deputado Fabio Porta à capital brasileira:</title><content type='html'>A primeira visita do Deputado Fabio Porta à capital brasileira: encontros com os representantes do Governo e da Presidência da República e uma visita à Câmara dos Deputados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Em sua primeira o visita a Brasília, na posição de parlamentar italiano e representante da grande comunidade italiana da América Meridional, o Deputado Fabio Porta teve uma dia com a agenda com muitos compromissos, que lhe permitiu encontrar expoentes de primeiro escalão do Governo Brasileiro, da Presidência da República e da Câmara dos Deputados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a importante ocasião, o deputado italiano esteve acompanhado pelo Presidente da Unione Italiani nel Mondo (UIM) do Brasil, Plínio Sarti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi particularmente caloroso o acolhimento recebido do Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, um dos três ministros do Governo Lula com cidadania italiana. Com Lupi, o Deputado Porta falou da recente promulgação, por parte do Ministério do Trabalho Italiano, do decreto relativo aos projetos de formação destinados aos italianos no exterior, como também da assistência aos milhares de trabalhadores brasileiros na Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após esse encontro, o parlamentar italiano esteve na Câmara dos Deputados Brasileira, onde conversou com diversos deputados comparando o funcionamento das respectivas assembléias e analisando a possibilidade concreta de cooperação técnica e política entre as duas Câmaras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, houve um encontro com os principais colaboradores do Presidente da República, Lula, onde, junto aos diplomatas da Embaixada Italiana, o Deputado Porta deteve-se acerca da próxima visita do Presidente Brasileiro a Itália, prevista para novembro próximo. “Esta minha primeira visita à capital brasileira – segundo declaração do Deputado do PD – era devida, em primeiro lugar, para agradecer àquelas tantas pessoas que, ainda que somente em caráter pessoal, em função dos encargos institucionais envolvidos – apoiaram a minha candidatura durante a campanha eleitoral. E, em seguida – continuou o Deputado Porta – para traçar um primeiro programa de trabalho com os parlamentares brasileiros, primeiramente com aqueles de origem italiana, como também com o Governo Brasileiro, que hoje conta com diversos expoentes de primeiro escalão com cidadania italiana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Itália precisa do Brasil e da América do Sul e esses contatos são extremamente importantes para consolidar as relações político institucionais entre esses países¸ além de servirem para valorizar e sustentar, com políticas adequadas, a presença difusa e significativa da enorme comunidade de italianos e descendentes.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-2600669351209603000?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/2600669351209603000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=2600669351209603000' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/2600669351209603000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/2600669351209603000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/08/primeira-visita-do-deputado-fabio-porta.html' title='A primeira visita do Deputado Fabio Porta à capital brasileira:'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-8973827667416915007</id><published>2008-06-13T20:50:00.000-07:00</published><updated>2008-06-15T06:12:08.325-07:00</updated><title type='text'>Statuto  per la Circoscrizione estero.</title><content type='html'>Cari compagni, cari amici,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;per la seconda volta in pochi mesi spetta a me il difficile compito di relazionare davanti ai delegati all’Assemblea costituente e ai gruppi dirigenti del partito sull’importante lavoro di redazione dello Statuto per la Circoscrizione estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un impegno di cui avverto tutto il peso e la responsabilità, poiché lo Statuto è la raccolta di quelle norme fondamentali e necessarie che regolano la vita di un partito e, quanto più è chiaro e forte l’indirizzo politico che uno Statuto disegna, tanto più forte, incisiva e rappresentativa sarà la capacità politica di quel partito e dei suoi gruppi dirigenti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Per questo motivo, ho ritenuto, e ritengo ancora per il futuro, che la mia azione di coordinamento debba sempre essere guidata e accompagnata da una forte dose di capacità di ascolto di tutti coloro che hanno ritenuto di scrivermi o parlarmi per sottopormi i propri pareri in merito alle questioni di volta in volta affrontate. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nel corso dei mesi che abbiamo alle spalle ho sentito per telefono, per e-mail e di persona molti di voi e molti che oggi non sono qui, ma che pure mi hanno fatto avere un parere.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tutto ciò mi ha permesso, nelle riunioni del Gruppo ristretto, come a Moena e in questa sede, di preparare i miei interventi sapendo che rappresentano molto più che una relazione sullo stato dell’arte o una mia singola riflessione sul da farsi, bensì il frutto di discussioni e pareri condivisi con molti di voi e di coloro che discutono sui vari media: siti, blog e organi di stampa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ma tutto ciò va ancora integrato con il parere di quanti ancora non ho sentito né hanno voluto esprimersi e che da qui in poi dovranno far sentire la propria opinione prima della stesura della bozza provvisoria dello Statuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Per quanto riguarda le procedure e le modalità di stesura della bozza di Statuto e il percorso che porterà all’approvazione definitiva, non mi sono inventato nulla, ma ho semplicemente cercato di riprodurre quelle modalità che il professor Vassallo ha adottato per l’Italia e che hanno funzionato molto bene ai fini della stesura e dell’approvazione definitiva dello Statuto nazionale. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Per questo penso che, da qui in poi, una volta delineatesi le linee guida che già da oggi discuteremo insieme, così come faremo probabilmente a breve anche in un’iniziativa simile a Berlina e un’altra negli USA, procederò, se siete d’accordo, alla stesura di una prima bozza divisa per “Parti” e per articoli che sarà poi inviata a tutti i delegati e ai circoli, affinché ognuno possa discuterla e preparare eventuali integrazioni o modifiche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ci sarà poi, in concomitanza con l’Assemblea nazionale che si terrà a Roma il 20 e 21 giugno prossimi, una nuova giornata in cui sarà convocata l’Assemblea costituente degli eletti all’estero e, in quella sede, i delegati potranno presentare e discutere gli eventuali emendamenti alla bozza definitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, la votazione dovrà avvenire prima per ogni singolo articolo o emendamento e infine all’intero Statuto. &lt;br /&gt;Solo allora, dopo un voto favorevole a maggioranza assoluta, lo Statuto della Circoscrizione estero sarà definitivamente approvato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Attualmente lo Statuto nazionale ci dice che “il Partito Democratico è un partito federale, costituito da elettori ed iscritti, fondato sul principio delle pari opportunità”; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;che esso “affida alla partecipazione di tutte le sue elettrici e di tutti i suoi elettori le decisioni fondamentali che riguardano l’indirizzo politico, l’elezione delle più importanti cariche interne, la scelta delle candidature per le principali cariche istituzionali”; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;che “al fine di garantire la partecipazione politica, sociale e culturale degli italiani residenti all’estero, organizza le proprie strutture anche in altri Paesi”; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;che “le forme e le modalità di organizzazione del Partito Democratico all’estero sono stabilite dallo Statuto della Circoscrizione”; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;che “il Coordinamento nazionale è composto da centoventi membri eletti dall’Assemblea nazionale, e da quattro rappresentanti eletti dai delegati all’Assemblea nazionale della Circoscrizione estero”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infine, è specificato che “il Partito Democratico eroga annualmente le risorse necessarie alle attività politiche, in rapporto al finanziamento percepito in occasione di elezioni politiche nella stessa Circoscrizione Estero”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tutto ciò ci spinge oggi a declinare, sul modello federale, questi importanti principi generali con norme adeguate alla realtà specifica in cui ci muoviamo e operiamo, molto diversa da Paese a Paese e da continente a continente e che ci garantiranno una piena autonomia politica e organizzativa, una maggiore forza, autorevolezza e rappresentatività sia all’estero che in Italia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Per questo, dunque, occorre partire dall’articolazione del partito sul territorio, dalla struttura e dalle forme organizzative, oltre che dal rapporto di esse col centro del partito e gli organismi dirigenti nazionali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo Statuto, dunque, dovrà prevedere quelle regole che spingono nella direzione di un sempre maggiore e rappresentativo radicamento del partito sul territorio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un radicamento che passi, non solo attraverso il pieno coinvolgimento del più ampio numero di cittadini anche non iscritti al partito, ma ancche attraverso forme di adesione e iscrizione che permettano una differenziazione di diritti e doveri dei militanti al partito – cioè coloro che si dedicano ad esso quotidianamente – rispetto a coloro che vi si avvicinano solo in occasioni particolari.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso dunque a una differenziazione tra tesserato ed elettore. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo stesso segretario Veltroni, proprio qualche giorno fa, ha parlato di tesserati e ha annunciato di voler lanciare a breve una grande campagna di tesseramento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dunque lo Statuto nazionale distingue di per sé le due figure. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il tesserato, quindi, dovrà godere di diritto di parola in ogni occasione democratica e di voto attivo e passivo in tutti gli organismi dirigenti. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il simpatizzante, invece, godrà del pieno diritto di parola, sempre e comunque, ma avrà un diritto di voto limitato a particolari passaggi democratici, tipo le primarie. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il luogo del tesseramento, naturalmente, dovrà essere esclusivo e sarà il livello di base, cioè quei circoli territoriali, ambientali e/o di studio sui quali si fonda il Partito Democratico.&lt;br /&gt;È da qui che deve necessariamente partire ogni forma di coinvolgimento e partecipazione alla vita democratica del Partito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogni circolo, poi, per essere riconosciuto e considerato tale dal centro del Partito, a mio avviso dovrà avere almeno tre figure istituzionalizzate: un Presidente dell’Assemblea, un Segretario esecutivo e un Tesoriere. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eventuali altre cariche esecutive, saranno stabilite localmente e liberamente dal segretario in rapporto alle finalità politiche e alle esigenze territoriali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essi dovranno essere naturalmente iscritti al partito e promuovere in tutte le forme possibili l’adesione e il tesseramento dei cittadini al partito, che potrà prevedere anche il versamento di una quota di iscrizione stabilita localmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copia dell’iscrizione di ogni singolo cittadino con tutti i dati anagrafici e i recapiti dovrà essere inviata al Centro del Partito a Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il Segretario di circolo, poi, dovrà essere eletto con il sistema delle primarie. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vedremo, in discussioni successive, quanto dovrà durare il suo mandato e quante volte potrà essere rieletto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il livello successivo al circolo locale è la Segreteria nazionale (intesa naturalmente come segreteria dei singoli paesi), che sarà istituita laddove esista almeno un certo numero di circoli da stabilire.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa avrà compiti l'indirizzo politico nazionale e un fondamentale ruolo di raccordo tra i vari circoli locali e gli altri livelli di rappresentanza del Partito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il livello di rappresentanza della segreteria nazionale potrebbe essere parificato a quello del livello provinciale italiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anche in questo caso, la segreteria dovrà avere almeno le tre figure istituzionalizzate di cui ho già detto: un Presidente dell’Assemblea, un Segretario esecutivo e un Tesoriere iscritti al partito, per i quali verrà stabilita successivamente una durata del mandato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ma per questo livello si potrebbe pensare a rendere necessarie anche altre figure principali, quali un responsabile organizzazione e un responsabile comunicazione. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con lo Statuto a regime, poi, anche il Segretario nazionale dovrà essere eletto con il sistema delle primarie. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L’ultimo livello territoriale sarà quello di un Coordinamento di Ripartizione.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detto Coordinamento, importante soprattutto ai fini della nascita di nuovi circoli in paesi dove non ve ne sia presenza, dell’organizzazione e del raccordo del partito a livello continentale e, in alcuni casi, anche intercontinentale, potrebbe essere l’espressione di rappresentanti dei singoli Paesi in cui sono presenti organizzazioni del Partito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avrà al suo interno certamente un Coordinatore, a cui si affiancheranno altre figure esecutive stabilite a seconda delle esigenze continentali e dei passaggi elettorali più prossimi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anche in questo caso si tratterebbe poi di deciderne la durata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questo livello, dunque, penso sia da escludere un’elezione del Coordinatore con il sistema delle primarie poiché, coinvolgendo potenzialmente tutti i cittadini italiani all’estero, le primarie non assicurerebbero le pari condizioni minime di partenza a ogni candidato che vorrebbe concorrere alla carica di Coordinatore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi sarebbero inoltre una serie di differenze legate alle condizioni economiche, al tipo di lavoro, alla notorietà del candidato e alle dimensioni (in termini di cittadini italiani) del Paese di residenza dei singoli candidati.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In questo caso, dunque, la riflessione dovrebbe essere declinata sulla possibilità di pensare a designazioni nazionali per i singoli delegati di ciascun Paese al Coordinamento e ad eventuali elezioni di secondo livello per il Coordinatore, che potrebbe essere votato solo dai segretari di circolo e da quelli nazionali o dai delegati all’Assemblea Costituente della Ripartizione. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo Statuto nazionale, poi, ci dice che l’Assemblea costituente nazionale della Circoscrizione estero dovrà eleggere i quattro componenti di diritto del Coordinamento nazionale. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il loro ruolo è importantissimo, poiché sono l’unica rappresentanza della Circoscrizione estero negli organismi dirigenti nazionali, la voce diretta del PD all’estero in un organismo esecutivo e di indirizzo politico nazionale del Partito Democratico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In questo caso, purtroppo, lo Statuto nazionale non specifica se i quattro rappresentanti devono essere espressione delle quattro ripartizioni geografiche, nonostante il principio che ha portato a questo numero sia stato ispirato proprio dall’esigenza di rappresentare le quattro ripartizioni elettorali. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Spetta a noi, dunque, la riflessione su come fare in modo che il voto dei delegati non diventi una riproduzione dei rapporti di forza proporzionali ad elettori e delegati delle singole ripartizioni. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il rischio di un atteggiamento campanilistico, infatti, finirebbe col favorire esclusivamente l’Europa che, con i suoi 37 delegati, ha la maggioranza assoluta dell’Assemblea e l’America Latina, che ne ha 19, a discapito dell’America Settentrionale che ne ha 9 e dell’Australia che ne ha solo 6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È per questo motivo, dunque, che penso che il nostro Statuto dovrebbe prevedere dei criteri che assicurino un minimo di rappresentanza a tutti nel Coordinamento nazionale. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Una giusta soluzione potrebbe essere quella di prevedere che non può essere eletto più di un rappresentante per ogni Ripartizione. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vorrei a questo punto, dopo aver tirato le fila delle discussioni fatte fin qui sul partito, spendere qualche parola su ciò che sta oltre il partito, ma di cui lo Statuto penso debba tener conto, così come avviene anche per l’Italia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mi riferisco a tutto ciò che sta sotto alla definizione di “società civile” e che trova ancora delle resistenze a farsi coinvolgere nell’attività politica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso al mondo dell’associazionismo, che io giudico ancora di grande importanza soprattutto in quella fetta di elettorato della vecchia emigrazione. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quell’elettorato iscritto all’AIRE e che si riconosce nell’associazionismo regionale o provinciale, in quello di mutuo soccorso, in quello vicino alla Chiesa, alle tradizionali associazioni di Sinistra e ai circoli sportivi. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ma anche a quello sindacale e ai patronati.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si tratta di un universo vasto che sicuramente è fisiologicamente in esaurimento, ma che partecipa al voto, e spesso in maniera compatta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Molto più di quanto non fanno ancora quelle giovani generazioni che esprimono un voto d’opinione e alle quali dobbiamo guardare per l’immediato futuro, ma che ancora con difficoltà si iscrivono all’AIRE e partecipano alla vita politica italiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con quest’associazionismo, a mio avviso, dobbiamo cercare un rapporto stretto e possibilmente codificato. Così come dobbiamo cercarlo con quei giovani restii alla politica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un buon segnale sarebbe quello di introdurre nello Statuto le norme che riconoscono e regolano i nostri rapporti con possibili associazioni interessate e con forum tematici e/o online che coinvolgano i giovani. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il tutto dovrebbe prevedere, in qualche modo, oltre al dialogo anche forme di rappresentanza di queste realtà all’interno del partito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In questo contesto organizzativo e politico, dunque, noi guardiamo lontano, attraverso il radicamento nella società, il coinvolgimento della società civile, delle nuove generazioni, dei nuovi mezzi di comunicazione, dei sistemi democratici aperti e partecipativi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E in questo contesto il nostro Statuto assegnerà, dunque, alle organizzazioni territoriali, un forte e autorevole peso politico a livello locale e nazionale e uno altrettanto forte sul piano organizzativo a livello continentale. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avremo dirigenti politici locali espressione di un voto popolare molto largo, rappresentativi e autorevoli. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un’organizzazione che godrà di una forte autonomia politica e finanziaria, visto che lo Statuto nazionale ci assegna i rimborsi elettorali come forma di finanziamento e di cui parlerò nelle conclusioni alle quali mi avvio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un partito all’estero con una presenza di rappresentanti autorevoli ed eletti nel Coordinamento nazionale che, lo ricordo, è organismo esecutivo e di indirizzo politico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ne avremo ben quattro, mentre alle regioni italiane, tanto per fare un esempio, ne spetta solo uno, il segretario. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il che significa anche la specificità della Circoscrizione estero è stata riconosciuta in pieno e questo ci da un valore di rappresentanza in certi casi più alto della regione italiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Insomma, lo Statuto nazionale a base federale, insieme a quello all’estero, daranno alla nostra organizzazione un forte peso politico e di rappresentanza sul territorio, o sui territori. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un peso che, per funzionare al meglio, democraticamente e in maniera coordinata, ha bisogno di un raccordo politico centrale che rappresenti un altrettanto autorevole, rappresentativo e politicamente rilevante coordinamento nazionale. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un Coordinamento che sia parte importante di un sistema democratico di pesi e contrappesi. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Non si può pensare, infatti, di andare solo verso un potere sempre più crescente e autorevole delle organizzazioni territoriali e dei parlamentari - che da qui in poi dovrebbero essere selezionati con le primarie - a discapito di una carenza di rappresentatività e autorevolezza del centro del partito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mio avviso sarebbe il caos e l’ingovernabilità.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È per questo che penso vada fatta anche una riflessione su come lo Statuto dovrà regolare il rapporto politico tra centro e periferia, tra dirigenza nazionale e locale. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso che dobbiamo immaginare l’introduzione di criteri di condivisione e consultazione anche per l’organizzazione del partito a livello centrale che, una volta che lo Statuto sarà entrato a regime, permetteranno un’evoluzione democratica in linea con quanto avviene in Italia e con quanto lo Statuto nazionale impone a ogni livello di rappresentanza e direzione politica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il Segretario nazionale del partito, infatti, è stato eletto, e lo sarà sempre di più, direttamente dai cittadini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stessa cosa avviene per i segretari regionali, provinciali e locali e per i candidati alle principali cariche amministrative italiane.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si tratta di ruoli di dirigenza e indirizzo politico per i quali si sente, oggi più che mai, il bisogno di una investitura forte e dal basso, di una certa dose di rappresentatività e di vicinanza all’elettorato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Per questo penso dobbiamo fare una riflessinoe franca e aperta per capire se non sia il caso di prevedere, nel nostro statuto, una qualche forma di consultazione del partito all’estero, o dei suoi gruppi dirigenti, con il segretario nazionale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualcosa che coinvolga, in qualche particolare momento o forma, anche l’Assemblea costituente della Circoscrizione estero, i segretari locali e nazionali e i coordinatori di Ripartizione, nella fase di decisione e designazione degli assetti e delle responsabilità nazionali del Partito per la Circoscrizione estero, fin qui decisi solo dal segretario senza alcuna forma di coinvolgimento e di interlocuzione del partito all'estero o dei suoi rappresentanti più autorevoli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso che una forma aperta, partecipativa e democratico di questo tipo, che abbia una spinta politica anche dal territorio, potrà rappresentare quel giusto contrappeso di cui chi è slegato dal territorio ha bisogno per la propria legittimità nell’azione di gestione e indirizzo politico, proprio in un momento in cui, invece, il peso politico locale sta giustamente crescendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un partito così disegnato, quindi, lo immagino come un partito vero, solido, democratico ad ogni livello, radicato e rappresentativo, con una forte capacità di attrazione tra le nostre comunità all’estero. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un partito che, nelle società moderne e nella nostra realtà all’estero, più che mai ha bisogno di risorse finanziarie assegnate e gestite in maniera certa, codificata e trasparente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nella difficoltà dell’autofinanziamento locale, lo Statuto nazionale, come accennavo in precedenza, ci assegna la quota del rimborso elettorale delle elezioni politiche in rapporto alla quota percepita in virtù del voto all’estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questo deve spingerci a formulare i criteri certi con i quali, annualmente, la tesoreria nazionale del Partito versa il finanziamento alle organizzazioni sul territorio e in che quantità.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È da qui, dunque, che deve cominciare la riflessione su quali siano i criteri che stabiliscono quanta parte di finanziamento debba essere riconosciuta ad una determinata nazione o a un dato circolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In questo senso, gli snodi principali potrebbero essere la Direzione nazionale del Partito e le segreterie di Paese. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si potrebbe infatti riservare una quota del finanziamento al centro del partito, per iniziative che coinvolgono l’intera Circoscrizione estero, tipo quella di oggi ad esempio, ma anche molte altre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il resto del contributo potrebbe essere ripartito, in proporzione, alle Ripartizioni, tenendo conto dei diversi tassi di cambio e in percentuale ai voti ottenuti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Potrebbe essere il Coordinamento continentale, d’intesa con le segreterie nazionali e con la Direzione nazionale, a stabilire quali siano i circoli realmente effettivi ai quali la tesoreria nazionale verserebbe il finanziamento e in che misura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sono convinto che, se sapremo disegnare bene questa importante e faticosa struttura architettonica, ne raccoglieremo presto l’ammirazione dei cittadini italiani all’estero in termini di democrazia, trasparenza, partecipazione e consenso elettorale: i quattro pilastri fondamentali della struttura e sopravvivenza di un partito politico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grazie per la pazienza e buon lavoro a tutti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eugenio Marino&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-8973827667416915007?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/8973827667416915007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=8973827667416915007' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/8973827667416915007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/8973827667416915007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/06/statuto-del-pd-allestero-presentata-da.html' title='Statuto  per la Circoscrizione estero.'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' 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ringraziare il lavoro svolto dal Circolo del PD di Parigi che ha ben organizzato questa occasione di incontro. Così come concedetemi di ringraziare coloro che hanno partecipato portando il loro personale contributo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Parigi abbiamo affrontato varie problematiche, a partire dalle valutazioni sull’esito elettorale del 13 e 14 aprile e dagli impegni politici che ci aspettano per il futuro. Da questo punto di vista il lavoro più pressante e urgente da compiere riguarda la definizione dello Statuto del PD all’estero. In quella sede abbiamo riflettuto insieme sui punti cardine, a seguito della efficace e puntuale relazione fatta da Eugenio Marino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La discussione che in quella sede si è svolta ha offerto spunti consistenti di riflessione, è risultata di alto profilo ed ha incontrato un largo grado di adesione condivisione su idee e progetti del nostro Partito nel mondo.&lt;br /&gt;Nelle mie conclusioni ho affrontato anche il percorso da compiere per arrivare alla stesura definitiva del nostro Statuto che, ricordo, dovrà concludersi nelle giornate del 20 e 21 giugno, durante la convocazione dell’Assemblea Costituente Nazionale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ho proposto al proposito la composizione di un gruppo di lavoro ristretto che avrà un compito meramente  redazionale. Esso è composto da espressioni dei diversi continenti e, come sempre, rispetta la parità di genere. Nessuno fra i partecipanti ha formulato obiezioni o proposte integrazioni, per cui ora possiamo e dobbiamo  procedere speditamente alla fase di scrittura del testo.&lt;br /&gt;Il gruppo risulta così composto: Aldo Amoretti, Maurizio Chiocchetti, Marco Fedi, Maria Teresa Fulci, Laura Garavini, Eugenio Marino, Luciano Neri, Fabio Porta, Barbara Revelli, Anna Ruedeberg, Emilia Vitale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ci sarà nei prossimi giorni una riunione di questo gruppo che affiderà a 2/3 persone il compito di scrivere un primo testo di Statuto. Questo sarà inviato a tutti i componenti del Coordinamento del PD all’estero (composto dai componenti l’Assemblea Costituente e dai componenti dell’allora coordinamento dell’Unione), che avranno il potere di proporre emendamenti, sostituzioni, integrazioni, cancellazioni, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tutti gli emendamenti dovranno pervenire al gruppo di lavoro sullo Statuto almeno cinque giorni prima del 20 giugno per consentirne una valutazione approfondita. Infine, durante le giornate del 20 e 21 giugno si svolgerà la riunione plenaria nella quale saranno valutati gli emendamenti e si compieranno le decisioni conseguenti sui singoli articoli e sullo Statuto in generale. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La definizione dello Statuto spetta dunque al Coordinamento ed ai costituenti del PD all’estero, che avranno diritto di proposta e potere di decisione. Tutti ovviamente si potranno avvalere dell’apporto di altri aderenti al PD, del lavoro dei singoli circoli del PD ed anche, eventualmente, di esperti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da queste premesse traggo la convinzione che nel prossimo mese possiamo lavorare unitariamente per definire un nostro essenziale strumento di lavoro quale è lo Statuto del PD all’estero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre a disposizione per ogni eventuale chiarimento ed augurando a tutti un buon lavoro, colgo l’occasione per salutare molto cordialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maurizio Chiocchetti&lt;br /&gt;Responsabile PD Italiani nel Mondo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-8984569001825762876?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/8984569001825762876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=8984569001825762876' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/8984569001825762876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/8984569001825762876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/06/roma-20-maggio-2008-ai-componenti.html' title='Valutazione sul recente seminario che si è tenuto il 17 maggio a Parigi.'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-88599568894166402</id><published>2008-05-16T11:28:00.001-07:00</published><updated>2008-05-16T11:28:42.093-07:00</updated><title type='text'>Parte il dialogo con il Governo.</title><content type='html'>Parte il dialogo con il Governo. Un incontro a Palazzo Chigi tra Silvio Berlusconi e Walter Veltroni di circa quaranta minuti centrato sulle riforme istituzionali. “Lo considero un fatto del tutto nuovo, da valutare positivamente perché credo non si possa auspicare un clima di conflitto sui temi istituzionali, il Paese non può permetterselo. In una democrazia matura non si confondono i ruoli, è normale che ci sia convergenza sulle regole del gioco ma nessuna melassa sul piano programmatico”. Non ha rinunciato a una battuta: “ho visto pubblicare sui giornali con una sorpresa la foto di una stretta di mano tra il presidente del consiglio e il leader dell’opposizione. Dovrebbe essere normale”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il dialogo era stato chiesto dal premier nei suoi discorsi alle Camere per la fiducia e Veltroni ha annunciato che ci saranno altre di queste iniziative. Veltroni in conferenza stampa ha tenuto a ribadire che c’è “differenza su temi e ricette e il via libera del PD è condizionato all’esame dei testi”. E anche sull’agenda del governo ha sottolineato che per il PD la vera urgenza sono salari, pensioni e precariato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Per il segretario del PD va ribaltata la linea di condotta di questi anni: “No a riforme costituzionali a maggioranza, conflitti permanenti, non riconoscendo la legittimazione dell’avversario e avere magari sul piano programmatico confini imperscrutabili”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Riforma delle istituzioni. L’ipotesi è quella di ripartire dal pacchetto Violante, le riforme licenziate dalla commissione affari costituzionali nella scorsa legislatura, che avevano già ottenuto largo consenso da una parte e dall’altra, e portarlo avanti". Norme che prevedevano la riduzione del numero dei parlamentari, una sola camera che faccia le leggi, tempi certi al governo per l'approvazione dei decreti legge. Le riforme istituzionali “sono urgenti e vanno fatte insieme. Lo avrei fatto se fossi stato capo del governo, lo faccio leader dell’opposizione. Ho detto a Berlusconi che si deve ricominciare da subito perché l’Italia ha bisogno di andare più veloce”. Per Veltroni è una questione di metodo perché naturalmente “non si può obbligare nessuno a convergere” ma neanche cambiare la Costituzione ogni volta che cambia la maggioranza “altrimenti il paese va a gambe all’aria. Per questo si devono cercare convergenze”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Giusta la convergenza sulla politica estera. “I grandi temi di politica estera sono uno di quei terreni sui quali il paese è più unito e più forte. È un tema che non deve far parte del confronto con il capo del Governo, ma la cui sede sono le aule parlamentari. È un tema sul quale bisogna cercare convergenze al netto delle diversità&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Riforma della RAI. “Sarebbe necessario fare una nuova normativa. Questa è una di quelle materie su cui ci sono stati grandissimi problemi. Serve una nuova norma che vada nella direzione di una fuoriuscita dei partiti. Il Cda della Rai deve essere eletto sulla base di nuove norme".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alle Europee con una nuova legge elettorale. Per Veltroni “la legge elettorale per le europee va cambiata, alzando la soglia di sbarramento, ma non va impedito a quelle forze politiche che non sono rappresentate nel Parlamento italiano di essere presenti a Strasburgo. Per questo una soglia di sbarramento al 5% è troppo alta, può stare tra il 2 e il 3%”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumentare salari e pensioni prima di eliminare l’ICI. Il segretario del PD ha in mente un’agenda diversa da quella del Pdl. “Mi aspetto che il governo presenti delle proposte per far fronte alla vera emergenza, la condizione sociale ed economica delle famiglie italiane. L’abolizione dell’Ici sarà valutata quando verrà varata e soprattutto se ne valuterà la copertura economica”. Intanto per il PD “se ci sono risorse vanno destinate ad aumentare salari, stipendi, pensioni e a far usicre tanti giovani dal precariato”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alitalia, grave il ritiro di Air France. Sulla compagnia di bandiera il segretario conferma il giudizio negativo sul ritiro di Air France. Sul tema si attende che il governo si presenti in Parlamento per avviare un confronto e se serve “anche un conflitto, tutto nell’ottica di aiutare lavoratori e azienda, mi auguro di comune intento. Resto dell’idea che aver fatto andar via Air France e aver annunciato una cordata che al momento ancora non esiste è stato un grave errore E' normale - ha detto alla fine - che si cerchi la convergenza sulle regole del gioco e al tempo stesso ci sia il confronto più aspro e serrato necessario sui programmi".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veltroni ha precisato: il colloquio con il Presidente del Consiglio ha riguardato il partito più grande dell’opposizione. È il primo e ce ne saranno altri. Comunque ci sono altri partiti e deciderà lui se riterrà di avere un confronto anche con loro. Io rapprenseto solo il Partito Democratico, non pretendo di rappresentare altri”. Veltroni nel pomeriggio ha telefonato a Pierferdinando casini , leader dell’UDC e al capogruppo dell’Italia dei Valori, massimo Donadi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Berlusconi: avviato confronto costruttivo&lt;br /&gt;Con il segretario del PD, Walter Veltroni, "si è avviato un "confronto costruttivo" in un "clima sereno e cordiale" sul tema delle riforme istituzionali e "sui principali provvedimenti di programma di governo". E' quanto si legge in una nota del presidente del Consiglio, Silvio Berlusconi. "Mi auguro - prosegue la nota - che questi incontri nella nella separazione dei ruoli tra maggioranza e opposizione possano proseguire in maniera continuativa nell'interesse del paese".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-88599568894166402?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/88599568894166402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=88599568894166402' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/88599568894166402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/88599568894166402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/05/parte-il-dialogo-con-il-governo.html' title='Parte il dialogo con il Governo.'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-1787406920927122703</id><published>2008-05-14T09:57:00.001-07:00</published><updated>2008-05-14T09:58:18.941-07:00</updated><title type='text'>Una democrazia che funzioni</title><content type='html'>Giorno della fiducia al nuovo Governo e primo discorso alla Camera del segretario del PD, Walter Veltroni.&lt;br /&gt;Un discorso iniziato citando le pagine di Piero Calamandrei, uno dei padri fondatori della nostra Costituzione: “Il regime parlamentare non è quello dove la maggioranza ha sempre ragione, ma quello dove sempre hanno diritto di essere discusse le ragioni della minoranza. Quest'ultima, a sua volta, deve avere rispetto per la legittimità elettorale della maggioranza e la legittimità costituzionale del Governo”. Veltroni ha ricordato come il diritto dell'opposizione e il rispetto della legittimità della maggioranza sono “l'anima di una democrazia che funzioni Questo Parlamento, nel Novecento, ha conosciuto tragicamente un tempo in cui veniva negato il diritto di opporsi. Da allora, al prezzo di sacrifici e di dolore, il nostro Paese ha fatto davvero molta strada e in questi mesi credo abbia accelerato la sua corsa verso la possibilità di essere una salda e ben funzionante democrazia europea”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Una politica più semplice. “Rivendico al Partito Democratico il merito di aver introdotto ragioni profonde di discontinuità, rispetto ad un Paese che soffriva di una duplice e grave malattia: l'esasperata frammentazione politica e la costante demonizzazione dell'avversario. Abbiamo fatto politicamente ciò che, attraverso le riforme istituzionali e la legge elettorale, non siete riusciti a fare. Se oggi questo Parlamento vede sei gruppi, come nel resto d'Europa, e non più i quattordici dell'ultima legislatura, e non più i trentanove partiti ai quali ha fatto riferimento ieri l'onorevole Fassino, se sono finite le coalizioni assembleari messe insieme solo dalla contrapposizione nei confronti dell'avversario, ciò - lo hanno riconosciuto tutti - è perché il Partito Democratico ha avuto per primo il coraggio di compiere scelte difficili e innovative”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Berlusconi manca un disegno alto e forte di cambiamento. Veltroni si è rivolto al Presidente del Consiglio dei ministri ricordandogli che sta inziando il suo quarto mandato e il suo settimo anno da Presidente del Consiglio dei ministri. “È evidente ed oggettivo che lei porti una parte importante di responsabilità per ciò che è avvenuto o non è avvenuto in questo Paese. Da quindici anni, i Governi in Italia durano al massimo una legislatura e un clima permanente di scontro ideologico ha impedito che si potesse generare quella stagione lunga di riformismo e di modernizzazione di cui l'Italia ha bisogno e che altri Paesi hanno conosciuto. Questo Governo ha una maggioranza parlamentare forte, come è già successo tra il 2001 e il 2006. Tuttavia, ciò non impedì che in quel tempo vi fossero ventiquattro ministri sostituiti, un centinaio di volte in cui il Governo «andò sotto» nelle aule parlamentari e una crisi di Governo a metà mandato. Infatti, conta la forza parlamentare, ma conta di più la forza politica, l'esistenza di un disegno alto e forte di Governo e di cambiamento del Paese. Non ho trovato questo disegno nel pur positivo discorso di ieri.&lt;br /&gt;Veltroni ha ammonito la maggioranza ad avere equilibrio: “Non pensate di avere «il Paese in mano», come qualcuno ha detto. Cito un solo dato, non oppugnabile: avete avuto 17 milioni di voti, pari al 46,8%, ma non hanno votato per voi (hanno votato per altro) 19 milioni e mezzo di italiani, pari al 53,2%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il dialogo e il ruolo dell’opposizione. “Chi vuole male all'Italia può lamentarsene, mosso dalla voglia di proseguire in un clima di scontro frontale che ha fatto male al nostro Paese per molti anni. Tuttavia, una cosa dev'essere chiara, signor Presidente del Consiglio dei ministri: le parole dette e quelle non dette contano, ma per essere sinceri rischia di essere troppo facile, quando si è all'opposizione o in campagna elettorale, usare toni esasperati e poi, quando si è al Governo, sollecitare il dialogo e il confronto. Tuttavia, prendo per buone le sue parole, pronunciate davanti agli italiani, e le ribadisco che mai si potrà aspettare da noi un'opposizione come quella che, nella scorsa legislatura, sventolava striscioni e brindava nelle aule parlamentari”. Il segretario del Parttio Democratico ha tratteggiato un’opposizione seria, forte e responsabile: “L'opposizione di una forza democratica alternativa; un'opposizione che avanzerà proposte, fisserà una propria agenda di priorità, convergerà quando sarà d'accordo e si opporrà quando non lo sarà; un'opposizione democratica che avrà nel Governo ombra una struttura fondamentale di iniziativa e di proposta; l'opposizione democratica di un Paese unito; quell'unità che il Presidente della Repubblica Napolitano ha più volte indicato come necessità della vita nazionale.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il dialogo tra le opposizioni, la difesa di Di Pietro. Veltroni ha ricordato che l'opposizione è costituita in questo Parlamento da diverse forze con le quali si ripropone un cammino di dialogo e di convergenza. Poi è intervenuto a proposito dei fischi all’intervento di Antonio Di Pietro: “Voglio dire a noi tutti che dobbiamo abituarci anche ad ascoltare parole e opinioni che non condividiamo, ma ad ascoltarle con il rispetto che si deve a ciascuno in un'aula parlamentare. Lo dico a proposito dell'intervento dell'onorevole Di Pietro. Ma ci sono anche forze di opposizione presenti nel Paese ma non in Parlamento, la cui voce è interesse comune: non smettano di dialogare e di pesare nella vita istituzionale e politica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le prime riforme da fare. Il leader del partito Democratico ha indicato le prime misure da approvare per approvare misure che velocizzino la macchina decisionale dello Stato: la riduzione del numero dei parlamentari, l'idea di una Camera legislativa e una delle regioni, una forte riduzione dei costi della politica e più ampie e necessarie garanzie di autonomia e libertà di informazione, a partire della necessaria indipendenza del servizio pubblico televisivo. “È qui che vedremo subito se il dialogo sarà vero e genererà decisioni condivise – ha detto Veltroni - C'è il pacchetto di proposte già esaminate dalla Commissione presieduta nella scorsa legislatura dall'onorevole Luciano Violante dal quale siamo pronti a ripartire. Allo stesso modo la invitiamo a portare subito in Parlamento la ratifica del Trattato di Lisbona, che costituisce un atto fondamentale per ogni Stato europeo che abbia a cuore il destino sociale e istituzionale dell'Unione”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I grandi temi sociali. “Questo Paese ha bisogno di un grande cambiamento, è divorato dall'ansia, dall'insicurezza, dalla paura: sono certo ottimi materiali sui quali si può - e lo si è fatto - costruire l'edificio di una vittoria elettorale”. Poi ha citato il presidente statunitense Roosevelt nell’anno della grande depressione: “L'unica cosa di cui dobbiamo aver paura, è la paura stessa» Ci vuole poco a dire che si cancelleranno tutte le tasse, si espelleranno tutti gli immigrati, si garantirà la sicurezza di tutti, così come è facile, certi ideologismi di destra e di sinistra lo fanno sistematicamente, affermare che sia giusta ogni innovazione, purché sia lontana da sé. L'ideologia del guscio, l'illusione che il mio luogo sia al riparo e possa astrarsi dal luogo di tutti, l'illusione che la mia vita sia separabile da quella degli altri, l'idea in sostanza di una società socialmente egoista con il fiato corto, convinta che la soluzione di ogni problema sia la sua semplice rimozione alla vista: il tema della sicurezza parla di questo”. In segretario del Partito Democratico cita i dati sugli immigrati che lavorano: “Costituiscono il 6 per cento (qualcuno sostiene di più) del PIL del nostro Paese. L'economia e la società italiana hanno bisogno di loro; sono persone che fuggono dalla miseria, non diverse dagli italiani che attraversarono il mondo con la valigia di cartone in mano. Dobbiamo accogliere chi vuole venire a lavorare e rendere più facile che ciò accada. Lo ha detto ieri Giuseppe Pisanu: «L'unica strategia efficace di lotta all'immigrazione clandestina è l'uso intelligente dell'immigrazione regolare» Un passaggio applaudito dai deputati dei gruppi Partito Democratico e Italia dei Valori.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La sicurezza. “Dobbiamo essere assolutamente severi contro ogni forma di criminalità; dobbiamo espellere senza riserve chi mostra pericolosità sociale; dobbiamo far scontare le pene a chi ha violato la sicurezza di un cittadino innocente, in primo luogo con severità a chi distrugge la vita di un bambino o a chi considera il corpo di una donna come oggetto di propria proprietà. Ma attenzione alla caccia all'immigrato, attenzione alle ronde, attenzione alla logica che ai più forti sia consentito stabilire se ci si possa rifiutare o meno di offrire una sigaretta – il riferimento è alla barbara uccisione di Nicola Tommasoli a Verona - o di portare i capelli in un certo modo. Chi come me è convinto della giustezza del «pacchetto sicurezza» presentato dal Governo Prodi e dal Ministro Amato nella scorsa legislatura ed è convinto - e lo ha detto - che il vecchio centrosinistra abbia compiuto un errore enorme a non approvarlo, sottovalutando il diritto di ogni cittadino a vivere tranquillo, chi come me pensa questo sente però bisogno che non si smarriscano mai quei valori di inclusione, di attenzione a chi vive nel disagio, di coscienza dei diritti che sono parte della nostra stessa identità di cittadini europei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I problemi economici. Il salario medio lordo italiano è il ventitreesimo dei Paesi OCSE e cresce la differenza con le altre nazioni. Più di ottocentomila persone lavorano in condizioni precarie con meno di ottomila euro all'anno; sei milioni e mezzo di pensionati percepiscono 550 euro al mese e tre milioni sono tra gli 800 e i 1.200 euro. Veltroni si èr vilto direttamente a Berlusconi: “Nel 2006, secondo l'ISTAT, alla fine del suo mandato pieno, gli individui poveri erano quasi otto milioni e più di una famiglia su dieci oggi vive al di sotto della soglia di povertà. Quasi la metà della nostra popolazione in età adulta ha la licenza di scuola media inferiore. L'Italia è un grande Paese, ma ha grandissimi problemi. La cultura dei «no», i vizi ideologici hanno impedito l'innovazione infrastrutturale e tecnologica e tanti conservatorismi di destra e di sinistra hanno frenato la costruzione di mercati aperti, di liberalizzazioni, di nuove competitività, di valorizzazione del merito e del talento, di nuove frontiere di equità sociale, di nuove scelte ambientali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L’omaggio a Prodi. “Romano Prodi, come nel 1996, ha avuto, ancora una volta, il merito di risanare la situazione finanziaria del Paese ed io voglio, ancora una volta, dargliene atto, in quest'aula, oggi. Lo dice la rimozione della procedura di infrazione europea e lo dicono i dati, confermati da Bankitalia, di una forte capacità di contrastare l'evasione fiscale incrementando le entrate; lo dice la riduzione del debito e quella del deficit, come ricordato ieri da Pier Luigi Bersani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il riformismo moderno. “E’ possibile ridurre come noi auspichiamo e sosterremo la pressione fiscale e garantire misure per aiutare gli stipendi, i salari e le pensioni più basse che sono la vera urgenza di questo Paese. C'è solo un modo per liberare risorse: continuare la lotta all'evasione, ridurre la spesa pubblica, semplificare questo Paese lento e con ancora elevati gradi di corruzione della vita pubblica e di influenza dei poteri criminali. È il riformismo moderno, almeno come noi lo intendiamo: non possiamo e non dobbiamo chiedere a lei di assolvere questo compito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contro il Governo, attenti all’Italia. Veltroni ha concluso così la dichiarazione di voto del PD: “Voteremo contro il suo Governo, ma convergeremo su ogni scelta che vada nella direzione giusta: quella di un'Italia più equa, più moderna e più sicura. L'opposizione la si fa pensando agli interessi profondi del Paese, pensando al futuro dei nostri ragazzi, alla fatica ed al talento di chi lavora ed intraprende, ai timori dei nostri anziani. La si fa mossi non dalla volontà di mostrare i muscoli, ma di mostrare l'intelligenza ed il senso di responsabilità. L'Italia giudicherà, nei prossimi mesi, chi avrà assolto al compito che qui ha preso. Noi, per parte nostra, lo faremo da forza alternativa, con coraggio, apertura e convinzione”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-1787406920927122703?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/1787406920927122703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=1787406920927122703' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/1787406920927122703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/1787406920927122703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/05/una-democrazia-che-funzioni_14.html' title='Una democrazia che funzioni'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-3716251895366635558</id><published>2008-05-03T17:20:00.002-07:00</published><updated>2008-05-03T17:23:35.371-07:00</updated><title type='text'>Costruiamo il nuovo</title><content type='html'>La politica e la riflessione sul risultato elettorale sono i temi su cui si è aperta la seconda giornata del 23mo congresso delle Acli, che a Roma ha dato appuntamento a tutti i suoi associati fino al 4 maggio. Tanti interventi, tra cui quello particolarmente atteso di Walter Veltroni, leader del Partito Democratico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veltroni, accolto da grande entusiasmo, dopo aver salutato il presidente delle Acli Andrea Olivero, al quale ha rinnovato la stima e l’apprezzamento, è voluto ripartire proprio dal rinnovato interesse della politica nei confronti delle associazioni e del terzo settore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il Partito Democratico, come ha spiegato Veltroni, innanzitutto dovrà lavorare insieme con le diverse opposizioni per costruire le condizioni di una convergenza. Chi ha vinto le elezioni deve tener conto di queste diverse opposizioni: "Chi interpreta il voto come un'onda che tutto travolge sbaglia sia perchè ci sarà una opposizione robusta sia perchè dimentica che il paese è diviso a metà visto che il 46% ha votato per altri e poi questa metà ha le sue articolazioni e soprattutto deve considerare che il 47% degli elettori non ha votato per chi poi sarà al governo". E’necessario avere un atteggiamento responsabile cercando il dialogo e aumentando le occasioni di incontro.&lt;br /&gt;Prima ancora il dialogo deve provenire dal territorio, per questo è fondamentale il radicamento e la collaborazione con i cittadini e con le varie associazioni presenti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Il PD - ha dichiarato Veltroni – deve essere aperto alla società e radicato sul territorio valorizzando gli eletti negli Enti Locali e deve prendere le sue decisioni non facendo riferimento alle sedi e ai luoghi tradizionali”.&lt;br /&gt;Un’apertura fondamentale se si pensa alle tante contraddizioni che vive la società odierna, che per paura tenda a chiudersi. Per questo Veltroni immagina un partito aperto, moderno che trasforma se stesso con un maggiore radicamento nella società, dove a contare di più sono gli associati, le persone che credono come nel caso del grande successo delle Primarie del 14 ottobre scorso e gli oltre 3 milioni e mezzo di elettori, gli eletti stessi con il loro rapporto diretto con i cittadini. Un partito, come ha precisato, che studi nuove forme di comunicazione e si apra al dialogo con le forze organizzate della società.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proseguire la strada dell’innovazione, fortemente voluta dal PD è essenziale per Veltroni perché essa rappresenta la possibilità di dare quella risposta innovativa di cui la società ha bisogno in questo momento.&lt;br /&gt;“Solo se il PD continuerà sulla strada di forte innovazione riformista a vocazione maggioritaria – ha dichiarato nel corso del suo intervento - potrà costruire scenari di collaborazione anche più intensi.” L’idea di Veltroni è quella di una grande forza di centrosinistra non come prosecuzione della storia della sinistra ma come forza che rappresenti la possibilità di risposte innovative e moderne fondate su valori solidaristici. Una vocazione maggioritaria che non significa esclusività ma occasione per costruire alleanze.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alleanze per contribuire alla costruzione di una società solidale con valori condivisi che combatta i paradigmi attualmente in auge come il binomio ricchezza/povertà, a causa del quale aumentano le disuguaglianze, e poi l’insicurezza, il tema più devastante della società occidentale come ricorda lo stesso Veltroni, intesa come paura dell’altro, precarietà nel lavoro, insicurezza personale e sociale. Veltroni è convinto che il tema della sicurezza deve essere assunto dalle nostre culture solo come esse sanno fare e cioè impastando capacità di accoglienza , tutela e garanzie per i diritti dei singoli. Il PD in questo senso vuole contribuire per ricostruire un sistema economico e sociale, un sistema di sicurezza sociale e un sistema di valori condivisi attraverso l’accoglienza, la severità, il rispetto della legge e la tutela dei diritti.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-3716251895366635558?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/3716251895366635558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=3716251895366635558' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/3716251895366635558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/3716251895366635558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/05/costruiamo-il-nuovo_03.html' title='Costruiamo il nuovo'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-3995783763087809312</id><published>2008-04-19T18:11:00.000-07:00</published><updated>2008-04-19T18:23:54.939-07:00</updated><title type='text'>Silvio Berlusconi regressou na sexta-feira</title><content type='html'>Silvio Berlusconi regressou na sexta-feira ao cenário da diplomacia internacional ao receber o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e propalar uma amizade que, segundo disse, seria vantajosa para a Itália e o mundo. &lt;br /&gt;O evento, porém, perdeu uma parcela de seu glamour quando Putin viu-se forçado, diante das câmeras de TV, a negar as informações de que teria se divorciado secretamente de sua mulher e que pretendia casar-se com uma campeã de ginástica olímpica. &lt;br /&gt;Berlusconi, eleito para um terceiro mandato como primeiro-ministro da Itália, deu as boas-vindas ao líder russo em sua vila de veraneio, na ilha da Sardenha, um ambiente informal feito sob medida para destacar a natureza pessoal da relação mantida pelos dois. &lt;br /&gt;Depois de uma noite de celebrações na quinta-feira, que incluiu um musical de comédia, Berlusconi e Putin realizaram uma entrevista coletiva e falaram sobre uma cooperação no setor energético e uma eventual cooperação entre suas companhias aéreas nacionais. &lt;br /&gt;Após meses de especulação envolvendo a Aeroflot, Putin disse que a empresa russa poderia dar início a negociações sobre oferecer apoio à Alitalia, que está perto da falência. &lt;br /&gt;"Tudo fica mais fácil se há uma relação de estima mútua, uma relação de confiança, uma relação de respeito e de amizade", disse aos repórteres Berlusconi, que deve tomar posse no começo de maio. &lt;br /&gt;O futuro dirigente acrescentou que sua profunda amizade com Putin permitia aos dois países uma melhor compreensão um do outro - algo que, segundo Berlusconi, serviria "aos interesses não apenas dos nossos dois países, mas, creio eu, do mundo todo". &lt;br /&gt;O líder russo e o premiê eleito aproximaram-se durante o último mandato de Berlusconi (de 2001-2006), quando o foco deste último sobre a Rússia, Israel e os EUA isolou a Itália dentro da União Européia (UE). &lt;br /&gt;Após as eleições gerais de 13 e 14 de abril, Berlusconi, um magnata da mídia bilionário, disse que ajudará a UE a reconquistar a influência supostamente perdida desde que ele saiu do poder. &lt;br /&gt;O futuro premiê afirmou desejar ampliar os laços que se aprofundaram bastante em 2006, quando, sob o comando de Romano Prodi, o primeiro-ministro italiano hoje em final de mandato, a Itália e a Rússia assinaram uma parceria nos setores de gás e petróleo por meio da Gazprom e da Eni . &lt;br /&gt;Mas o civilizado evento sofreu um inesperado revés logo ao iniciar-se. O jornalista de um diário russo perguntou a Putin sobre as reportagens dando conta de que havia se divorciado de sua mulher, Lyudmila, para casar-se com Alina Kabayeva, 24, campeã de ginástica olímpica. &lt;br /&gt;"Não há um pingo de verdade nisso que você disse," afirmou o líder russo, 55. "Sempre reagi negativamente àqueles que, com seus narizes intrometidos e fantasias eróticas, invadem a vida dos outros." &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Berlusconi espera que UE "recupere influência global"&lt;br /&gt;16/04/2008 Reuters &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futuro primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, disse nesta quarta-feira que pretende ajudar a União Européia a recuperar parte de sua influência mundial que, em sua opinião, foi perdida desde sua última passagem pelo poder.&lt;br /&gt;Falando a um de seus canais de TV, o magnata de 71 anos, vencedor das eleições parlamentares desta semana, disse que a UE precisa de "um esquadrão de liderança de primeira linha".&lt;br /&gt;"Há necessidade de reconstruir uma Europa que tenha protagonismo no mundo ocidental, que possa combater com determinação os problemas que o mundo enfrenta", disse o líder conservador, que deve voltar em maio ao cargo de premiê, que já ocupou em duas ocasiões.&lt;br /&gt;Na segunda delas (2001-06), foi acusado de isolar a Itália de seus parceiros europeus e de priorizar as relações com Estados Unidos, Rússia e Israel.&lt;br /&gt;Famoso por ter feito "chifrinhos" num ministro espanhol na foto oficial de uma cúpula, ele também chocou o Parlamento Europeu em 2003 ao comparar um deputado alemão a um guarda de campo de concentração.&lt;br /&gt;Na terça-feira, Berlusconi disse que seria "o mais velho, perdão quero dizer o mais sábio" nas cúpulas da UE.&lt;br /&gt;Na quarta-feira, afirmou ter mantido boas relações pessoais com líderes mundiais durante o período que passou na oposição. Disse já ter sido convidado pelo primeiro-ministro Gordon Brown para ir a Londres e mantido conversas com os premiês José Luis Rodríguez Zapatero da Espanha e Ângela Merkel da Alemanha.&lt;br /&gt;Sólido aliado dos EUA na "guerra contra o terrorismo", Berlusconi declarou também que já foi convidado pelo presidente George Bush para jantar na Casa Branca, mas não citou a data.&lt;br /&gt;Em fim de mandato, o presidente russo, Vladimir Putin, deve visitar Berlusconi - terceiro homem mais rico da Itália e dono do time de futebol Milan - em sua mansão da Sardenha, na quinta-feira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O vencedor das eleições italianas, Silvio Berlusconi,&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;anunciou nesta terça-feira, 15/4/2008 um plano para salvar a empresa aérea Alitalia e limpar o lixo acumulado de Nápoles. Um dia antes, o agora futuro primeiro-ministro impôs uma folgada maioria nas eleições parlamentares. Das 315 cadeiras do Senado, a coalizão de Berlusconi deve controlar pelo menos 167. A oposição, comandada pelo derrotado Walter Veltroni, terá 130 postos, e o restante ficará com partidos minoritários. Na Câmara dos Deputados, resultados finais apontaram que Berlusconi ficou com 46% dos votos, enquanto o bloco de Veltroni teve 39%. &lt;br /&gt;Berlusconi, de 71 anos, prometeu contar até o fim de semana com um gabinete "mais reduzido" que de seu antecessor, Romano Prodi. Em entrevista à televisão estatal, o veterano político afirmou que o gabinete será formado fundamentalmente "por pessoas que trabalharam para mim nos cinco anos que durou meu governo". Berlusconi indicou que Franco Frattini, comissário de Justiça da União Européia, deve voltar a ocupar o cargo de ministro das &lt;br /&gt;Relações Exteriores. Giulio Tremonti deve comandar o Ministério da Fazenda. A Itália apresenta vários problemas para o novo governo. O desemprego entre os jovens tem sido elevado durante anos, os preços de bens de consumo dispararam, a inflação está nos níveis mais elevados dos últimos anos, o lixo se acumula nas ruas de Nápoles e outras cidades meridionais e a venda da Alitalia fracassaram.&lt;br /&gt;Berlusconi anunciou planos para enfrentar os problemas do país antes mesmo de receber o pedido oficial para formar o novo governo. O presidente italiano pedirá a ele que forme o governo, ainda que não esteja claro exatamente quando - o processo pode demorar até duas semanas.&lt;br /&gt;Berlusconi afirmou hoje que cumprirá sua promessa eleitoral de se reunir com os ministros pela primeira vez em Nápoles. Moradores da cidade têm queimado o lixo que congestiona as ruas. "Estarei em Nápoles três dias por semana" para resolver o problema do lixo, prometeu Berlusconi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Berlusconi fala em combater "exército do mal" da imigração&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magnata foi eleito pela terceira vez premiê italiano. Berlusconi precisa montar uma coalizão com o partido xenófobo&lt;br /&gt;O italiano Silvio Berlusconi prometeu nesta terça-feira (15) usar a sua expressiva vitória eleitoral para realizar reformas econômicas e conter a imigração ilegal, de modo a impedir a entrada de estrangeiros que possam cometer crimes, o que ele chamou de "exército do mal".&lt;br /&gt;O bilionário conservador de 71 anos foi eleito na votação de domingo e segunda-feira para governar a Itália pela terceira vez. Para isso, porém, ele precisa montar uma coalizão com o partido xenófobo Liga Norte, que teve cerca de 8% dos votos.&lt;br /&gt;Em declarações que devem agradar em cheio à Liga Norte, ele acenou com medidas duras contra a criminalidade, que muitos italianos atribuem à imigração ilegal. Prometeu também ajuda à empresa aérea Alitalia e medidas contra a "crise do lixo" em Nápoles.&lt;br /&gt;"Uma das primeiras coisas a fazer é fechar as fronteiras e estabelecer mais campos para identificar cidadãos estrangeiros que não têm empregos e são forçados a uma vida de crime", disse Berlusconi em entrevista pela TV.&lt;br /&gt;"Segundo, precisamos de mais polícia local, formando um 'exército do bem' nas praças e ruas para se interpor entre o povo italiano e o exército do mal", afirmou.&lt;br /&gt;Os resultados preliminares mostram que a Liga Norte será a terceira maior força do Parlamento, atrás do Povo da Liberdade (de Berlusconi) e do Partido Democrático (centro-esquerda).&lt;br /&gt;O líder da Liga, Umberto Bossi, disse ao jornal “La Stampa” que o governo deve reformar o sistema tributário e reprimir a imigração ilegal, ou do contrário enfrentará a ira da sua bancada. "Agora precisamos fazer reformas, ou vamos perder a paciência", alertou.&lt;br /&gt;Os grandes derrotados do pleito foram os partidos de extrema esquerda, que pela primeira vez na história recente da Itália não terão representação parlamentar. "O Muro de Berlim agora caiu na Itália também", celebrou Roberto Maroni, da Liga Norte.&lt;br /&gt;Na verdade, deixaram o Parlamento todos os pequenos partidos que durante anos fizeram reféns as coalizões. O primeiro-ministro Romano Prodi teve de renunciar, em janeiro, após perder o apoio de um minúsculo partido católico.&lt;br /&gt;"Este quadro é uma boa notícia: o poder de chantagem dos pequenos partidos foi drasticamente reduzido, e a Itália agora está mais alinhada à experiência de vários outros países europeus", disse o economista Marco Valli, do banco UniCredit.&lt;br /&gt;Agora só haverá seis partidos no Parlamento. Após a eleição de 2006 eram mais de 20.&lt;br /&gt;"Agora vamos governar como grandes democracias ocidentais, com um grande partido no poder e o outro grande partido na oposição", disse Berlusconi. "Com os extremistas fora..., vamos operar com extrema rapidez no Parlamento e trabalhar para modernizar este país." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-3995783763087809312?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/3995783763087809312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=3995783763087809312' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/3995783763087809312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/3995783763087809312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/04/silvio-berlusconi-regressou-na-sexta.html' title='Silvio Berlusconi regressou na sexta-feira'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-8987988977639223822</id><published>2008-04-19T03:39:00.000-07:00</published><updated>2008-04-19T03:44:34.667-07:00</updated><title type='text'>Com visita de Putin, Berlusconi retorna ao palco internacional</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Itália &lt;br /&gt;Com visita de Putin, Berlusconi retorna ao palco internacional&lt;br /&gt;18/04/2008 | 18:57 | Reuters &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Silvio Berlusconi regressou na sexta-feira ao cenário da diplomacia internacional ao receber o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e propalar uma amizade que, segundo disse, seria vantajosa para a Itália e o mundo. &lt;br /&gt;Berlusconi, eleito para um terceiro mandato como primeiro-ministro da Itália, deu as boas-vindas ao líder russo em sua vila de veraneio, na ilha da Sardenha, um ambiente informal feito sob medida para destacar a natureza pessoal da relação mantida pelos dois. &lt;br /&gt;Depois de uma noite de celebrações na quinta-feira, que incluiu um musical de comédia, Berlusconi e Putin realizaram uma entrevista coletiva e falaram sobre uma cooperação no setor energético e uma eventual cooperação entre suas companhias aéreas nacionais. &lt;br /&gt;Após meses de especulação envolvendo a Aeroflot, Putin disse que a empresa russa poderia dar início a negociações sobre oferecer apoio à Alitalia, que está perto da falência. &lt;br /&gt;"Tudo fica mais fácil se há uma relação de estima mútua, uma relação de confiança, uma relação de respeito e de amizade", disse aos repórteres Berlusconi, que deve tomar posse no começo de maio. &lt;br /&gt;O futuro dirigente acrescentou que sua profunda amizade com Putin permitia aos dois países uma melhor compreensão um do outro - algo que, segundo Berlusconi, serviria "aos interesses não apenas dos nossos dois países, mas, creio eu, do mundo todo". &lt;br /&gt;O líder russo e o premiê eleito aproximaram-se durante o último mandato de Berlusconi (de 2001-2006), quando o foco deste último sobre a Rússia, Israel e os EUA isolou a Itália dentro da União Européia (UE). &lt;br /&gt;Após as eleições gerais de 13 e 14 de abril, Berlusconi, um magnata da mídia bilionário, disse que ajudará a UE a reconquistar a influência supostamente perdida desde que ele saiu do poder. &lt;br /&gt;O futuro premiê afirmou desejar ampliar os laços que se aprofundaram bastante em 2006, quando, sob o comando de Romano Prodi, o primeiro-ministro italiano hoje em final de mandato, a Itália e a Rússia assinaram uma parceria nos setores de gás e petróleo por meio da Gazprom e da Eni . &lt;br /&gt;Mas o civilizado evento sofreu um inesperado revés logo ao iniciar-se. O jornalista de um diário russo perguntou a Putin sobre as reportagens dando conta de que havia se divorciado de sua mulher, Lyudmila, para casar-se com Alina Kabayeva, 24, campeã de ginástica olímpica. &lt;br /&gt;"Não há um pingo de verdade nisso que você disse," afirmou o líder russo, 55. "Sempre reagi negativamente àqueles que, com seus narizes intrometidos e fantasias eróticas, invadem a vida dos outros."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-8987988977639223822?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/8987988977639223822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=8987988977639223822' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/8987988977639223822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/8987988977639223822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/04/com-visita-de-putin-berlusconi-retorna.html' title='Com visita de Putin, Berlusconi retorna ao palco internacional'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8565559211749489279.post-8722138890375630270</id><published>2008-04-14T02:23:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T12:57:53.521-07:00</updated><title type='text'>RETE CONSOLARE IN BRASILE</title><content type='html'>&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;AMBASCIATA – BRASILIA&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Distrito Federal&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONSOLATO GENERALE - SAN PAOLO&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Stati di San Paolo,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; Mato Grosso,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Mato Grosso do Sul,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Rondonia,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Acre&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONSOLATO GENERALE - RIO DE JANEIRO&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Stati del Rio de Janeiro,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Espirito Santo,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Bahia&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONSOLATO GENERALE - CURITIBA&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Stati del Paraná,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Santa Catarina&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONSOLATO GENERALE – PORTO ALEGRE&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Stato del Rio Grande do Sul&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONSOLATO – BELO HORIZONTE&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Stati di Minas Gerais,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; Goias,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Tocantins&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONSOLATO – RECIFE&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Stati del Pernambuco,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Alagoas,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Amapá,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Amazonas,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Ceará,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; Fernando de Noronha,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; Maranhao,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Pará,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Paraiba,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; Piauí,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; Rio Grande do Norte,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; Roraima,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; Sergipe&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8565559211749489279-8722138890375630270?l=partitodemocraticobrasile.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/feeds/8722138890375630270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8565559211749489279&amp;postID=8722138890375630270' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/8722138890375630270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8565559211749489279/posts/default/8722138890375630270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://partitodemocraticobrasile.blogspot.com/2008/04/rete-consolare-in-brasile-e-relative.html' title='RETE CONSOLARE IN BRASILE'/><author><name>PARTITO DEMOCRATICO - BRASILE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16715901689558606455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_aNZljQ218io/SLBIljHiw8I/AAAAAAAAAFU/5WiAAWuav6s/S220/maring%C3%A1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
